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Porque essa tristeza não passa?

Visto como uma tristeza muito grande, a depressão pode ocasionar alterações de sono, irritabilidade, pessimismo, dificuldade de concentração, “falta de vontade” em se fazer tarefas rotineiras, queda de libido e isolamento. Se você está se sentindo assim, deve procurar ajuda de um profissional, pois a depressão deve ser tratada.
Coletei alguns textos no wikipedia para te ajudar:

Tipos de depressão

A depressão é muitas vezes classificada como distimia quando os sintomas permanecem por períodos muito longos de tempo (pelo menos seis meses) de forma “leve”, enquanto que nas ocorrências graves da depressão os sintomas atingem proporções incontroláveis, impossibilitando as atividades normais do indivíduo e obrigando a internação devido ao alto risco de suicídio.
Do ponto de vista didático, a depressão clínica pode ser dividida em 6 tipos principais.

Depressão maior

Os pacientes com este tipo de depressão apresentam pelo menos 5 dos sintomas listados a seguir, por um período não inferior a duas semanas:
Desânimo na maioria dos dias e na maior parte do dia (em adolescentes e crianças há um predomínio da irritabilidade)
Falta de prazer nas atividades diárias
Perda do apetite e/ou diminuição do peso
Distúrbios do sono — desde insónia até sono excessivo — durante quase todo o dia
Sensação de agitação ou languidez intensa
Fadiga constante
Sentimento de culpa constante
Dificuldade de concentração
Idéias recorrentes de suicídio ou morte
Além dos critérios acima, devem ser observados outros pontos importantes: os sintomas citados anteriormente não devem estar associados a episódios maníacos (como no transtorno bipolar); devem comprometer actividades importantes (como o trabalho ou os relacionamentos pessoais); não devem ser causados por drogas, álcool ou qualquer outra substância; e devem ser diferenciados de sentimentos comuns de tristeza. Geralmente, os episódios de depressão duram cerca de vinte semanas.
Os sintomas da depressão nas crianças podem ser diferentes das dos adultos, incluindo tristeza persistente, incapacidade de se divertir com suas atividades favoritas, irritabilidade acentuada, queixas frequentes de problemas como dores de cabeça e cólicas abdominais, mau desempenho escolar, desânimo, concentração ruim ou alterações nos padrões de sono e de alimentação.

Depressão crônica (distimia)

A depressão crônica leve, ou distimia, caracteriza-se por vários sintomas também presentes na depressão maior, mas eles são menos intensos e duram muito mais tempo — pelo menos 2 anos. Os sintomas são descritos como uma “leve tristeza” que se estende na maioria das atividades. Em geral, não se observa distúrbios no apetite ou no desejo sexual, mania, agitação ou comportamento sedentário. Os distímicos cometem suicídio na mesma proporção dos deprimidos graves. Talvez devido à duração dos sintomas, os pacientes com depressão crônica não apresentam grandes alterações no humor ou nas atividades diárias, apesar de se sentirem mais desanimados e desesperançosos, e serem mais pessimistas. Os pacientes crônicos podem sofrer episódios de depressão maior (estes casos são conhecidos como depressão dupla).

Depressão atípica

As pessoas com esta variedade geralmente comem demais, dormem muito, sentem-se muito enfadadas e apresentam um sentimento forte de rejeição.
Depressão pós-parto
Em alguma situações pós-parto surge depressão que é chamada de “depressão pós-parto”.
Este tipo de depressão pode dever-se a perturbações e alterações do foro emocional e/ou hormonal, uma vez que o corpo da mulher sofre demasiadas alterações com o nascimento de um bebê. Por vezes surgem desconfortos e sensações de dores de costas que podem agravar o estado emocional e hormonal da recente mãe. Estas queixas por vezes agravam o estado emocional e precisam ser verificadas.
Os partos naturais e as alterações que a bacia sofre para o nascimento do bebê podem criar alterações quer a nível da bacia quer a nível da coluna, que podem agravar o estado emocional da mulher. Estas alterações podem estar na origem de depressões de causas fisicas.

Distúrbio afetivo sazonal (DAS)

Este distúrbio caracteriza-se por episódios anuais de depressão durante o outono ou o inverno, que podem desaparecer na primavera ou no verão, quando então tendem a apresentar uma fase maníaca. Outros sintomas incluem fadiga, tendência a comer muito doce e dormir demais no inverno, mas uma minoria come menos do que o costume e sofre de insônia.

Tensão pré-menstrual (TPM)
Há depressão acentuada, irritabilidade e tensão antes da menstruação. Afeta entre 3% e 8% das mulheres em idade fértil. O diagnóstico baseia-se na presença de pelo menos 5 dos sintomas descritos no tópico depressão maior na maioria dos ciclos menstruais, havendo uma piora dos sintomas cerca de uma semana antes da chegada do fluxo menstrual, melhorando logo após a passagem da menstruação.

Pesar
O pesar, também conhecido como reação de luto, não é um tipo de depressão, mas ambas possuem muito em comum. Na verdade, pode ser difícil diferenciá-los. O pesar, contudo, é considerado uma resposta emocional saudável e importante quando se lida com perdas. Normalmente é limitado. Nas pessoas sem outros distúrbios emocionais, o sentimento de aflição dura entre três e seis meses. A pessoa passa por uma sucessão de emoções que incluem choque e negação, solidão, desespero, alienação social e raiva. O período de recuperação consome outros 3 a 6 meses. Após esse tempo, se o sentimento de pesar ainda é muito intenso, ele pode afetar a saúde da pessoa ou predispô-la ao desenvolvimento de uma depressão propriamente dita.

Comentários (85)

85 comentários para “Porque essa tristeza não passa?”

  1. GEISELENE disse:

    OTÍMAS INFORMAÇÕES , MAS EU BUSCAVA ALGO MAIS DETALHADO SOBRE POS-PARTO
    DEPRESSAÕ PROFUNDA , ENTRE OUTRAS…..

  2. Sabrina Patto disse:

    Olá Geiselene, obrigada pelo comentário! Ja estou preparando um texto sobre gestação, que será postado em breve. Você tem alguma dúvida específica, que gostaria de ver repondida? Mande sua pergunta e ela será respondida na nova sessao “Consultorio Virtual”. Obrigada.

  3. LUCIANA disse:

    Boa tarde,

    Gostaria de saber se o que sinto é realmente depressão.
    Não tenho vontade de sair , de conhecer pessoas, ando muito desanimada, sinto vontade de comer muito doce,penso em morrer, não vejo meu futuro, tudo isto desde a minha separação à um ano e oito meses. Tenho um filho de 5 anos , ele está sendo minha fortaleza.
    Obrigada

    • Sabrina Patto disse:

      Olá Luciana, obrigada por seu comentário! Realmente algumas pessoas tem dificuldade em saber se o que estão sentindo é depressão principalmente se o que sentem é um desânimo em relação à vida, mas continuam trabalhando e cuidando dos filhos. Mas, pelo que você relata seu quadro é sim de depressão, mas apenas uma consulta mais detalhada pode dar mais base para este diagnóstico. De maneira geral, a depressão pode se manifestar com uma falta de vontade em se fazer coisas que antes eram comuns, como sair e conhecer outras pessoas. Não enxergar seu futuro e ter pensamentos de morte também caracterizam um quadro depressivo. É positivo que você veja em seu filho um objetivo para continuar lutando, mas você deve tomar cuidado para não passar para ele a responsabilidade de sua felicidade, porque isso pode ser uma tarefa muito complicada para uma criança tão pequena. Qualquer outra questão, fique a vontade para entrar em contato. Um abraço.

  4. Suzana disse:

    Boa tarde,

    Gostaria de saber se o que sinto é realmente depressão.
    Não tenho vontade de sair , de conhecer pessoas, ando muito desanimada, não tenho vontade de comer ,sinto muita tristeza e um aperto por dentro do peito, por favor me ajude.

    • Pelo que você descreve, esses sintomas são sim de depressão e o que você deve fazer é buscar tratamento psicológico e uma avaliação psiquiátrica que dirá se há necessidade de remédios para ajudá-la a superar essa fase. A terapia é importante para conhecer e trabalhar o que levou você a desenvolver essa depressão. É muito importante buscar ajuda, pois muitas vezes a depressão é encarada como uma “frescura”, uma tristeza que logo passa se você não der atenção, o que pode agravar seu estado. Um abraço.

  5. aline disse:

    Oi, pelo que li aqui muita gente tem dificuldade de saber se tem depressao…eu também tenho essa dúvida. Sinto um queimor e um aperto do peito do lado esquerdo uma fadiga e uma tristeza sem limite. Não consigo rir, não me olho no espelho, não me arrumo mais como antes. Tenho 25 anos e peso 45 kilos, nao engordo…

    • Olá Aline, pelo que você descreve esses sintomas podem sim ser de um quadro depressivo. Muitas vezes as pessoas acreditam que quando se está deprimido, você chora o dia inteiro e não sai de casa, mas a depressão pode se manifestar através de sintomas físicos como os que você descreve. O mais importante é saber que na depressão a pessoa não sente vontade de fazer o que normalmente faria se estivesse bem, seja trabalhar, se arrumar, sair, comer, etc. É fundamental que você procure ajuda de um psicólogo para entender e trabalhar o que está causando esse quadro. Qualquer outra dúvida, entre em contato.

  6. Sanya cardoso disse:

    Olá, como achei interessante seu trabalho clínico, gostaria que me tirasse dúvidas. Iniciei um tratamento de depressão com psicóloga, que me enviou imediatamente ao psiquiatra em 12/2005. Tomo medicação e melhorei, mas há 1 mês estou angustiada, sem ânimo e sem vontade de sair de casa, estou de licença, pois sou prof de inglês.Tenho 53 anos e separada há 7 anos e não namoro, meu ex vive aqui em casa.Tudo piorou qdo ele arrumou 1 namorada, apesar de eu estar separada.É normal eu estar até hoje em depre? Há 5 anos me tratando? Me oriente por favor. Obrigada.

    • Sanya, não é normal você estar assim até hoje. Você não diz se ainda continua com seu processo terapêutico, mas ele é fundamental. Se você sente que o trabalho não está surtindo efeito, vale a pena procurar outro profissional, que pode ter um novo olhar de sua situação. Costumo ressaltar que a medicação é extremamente importante em alguns casos, mas sozinha não irá promover a melhora de seu quadro. A associação de remédios e terapia é o mais indicado, porque na terapia você terá a possibilidade de trabalhar as questões que estão na origem do seu quadro. Qualquer dúvida entre em contato. Um abraço.

  7. Ana Paula disse:

    Boa tarde…
    eu gostaria de uma opinião porque não sei se o que sinto é depressão ou preguiça, como minha familia costuma me dizer. Não tenho vontade de trabalhar, antes eu adorava e me animava muito, hoje não sinto alegria ou animação com nada, nem mesmo meu filho, não consigo sair de casa ou receber visitas tudo me irrita e chateia, sinto um medo constante de falhar, um desejo diario que minha vida acabe, choro por nada, me sinto angustiada, ansiosa sem motivo, tudo isso começou quando fiquei grávida há 4 anos atrás e nunca melhora, hj me sinto vazia e fora do lugar. Obrigado

    • Ana Paula, é muito comum que a depressaão seja “confundida” com preguiça, porque a depressão é um transtorno da vontade e parece que a pessoa não tem vontade de fazer suas atividades normais porque não está “a fim”. Há também, em alguns casos, a dificuldade da famlía em reconhecer que alguém que elas gostam está doente e por isso chamam de “preguiça”. Os sintomas que você descreve são de depressão, mas apenas uma avaliação psicológica e possivelmente psiquiátrica pode determinar com certeza seu quadro. O trabalho terapêutico é muito importante para estabelecer as causas do que você está sentindo e para trabalhar como sair dessa situação. Qualquer outra dúvida, entre em contato. Um abraço.

  8. Ana Paula disse:

    Obrigado por sua ajuda, apenas uma duvida. Eu sei que não é um tipo de depressão pos parto pois meu filho tem 3 anos, mas seria possivel ser algo decorrente desde então? Eu amo meu filho mas tive uma gravidez extremamente complicada e a principio eu não queria um filho, hj me sinto culpada pq o amo, mas não o quero. Quanto ao psicologo ja procurei ajuda do sus mas demora, então to tentando procurar ajuda a quem pode oferecer, obrigado.

    • Ana Paula, pelo que você relata pode ser que essa depressão seja o reflexo desse momento que você passou e que aparentemente ainda não resolveu dentro de você mesma. Uma opção para quem não consegue atendimento psicológico no sus são as clínicas psicológicas ligadas às faculdades de Psicologia, como USP, PUC e FMU em São Paulo. Também há uma lista de espera, mas muitas vezes menor. Um abraço.

  9. Sanya cardoso disse:

    Olá Sabrina, boa noite! Muito obrigada por ter respondido mimhas questões. Realmente, parei com a terapia desde 2007. O motivo foi financeiro. Eu sei que é importante, mas no momento não posso. Há outra opção no meu caso para eu mellhorar?
    Obrigada, um forte abraço!

    • Sanya, sei que muitas vezes é difícil manter uma terapia, mas não posso dizer que há outra opção além da terapia. O que você pode pensar é em tratamento mais objetivo, ou uma terapia breve, em que se trabalha específicamente uma questão de crise por um tempo determinado. Assim, você terá um maior controle de quanto seu tratamento vai durar. Um abraço.

  10. JOZIANI disse:

    Sabrina, boa tarde!

    Estou em tratamento para Crise de ansiedade e pânico desde dezembro de 2009. Começei a tomar a medicação certa em abril deste ano. Porém as vezes acho que estou curada, mas alguns sintomas me rodeiam, sinto tonturas, cabeça vazia (parece que o sangue corre depressa), cabeça fica gelada (sei lá), aquele medo de morrer vem constantemente em minha mente, parece que tudo o que faço hj é porque amanhã vou morrer, a minha terapeuta disse que já estou melhor do pânico e que agora é mais uma depressão mesmo, tenho medo de tudo, de sair e passar mal na frente das pessoas, é muito complicado. As vezes acho que vou ter um infarto ou um avc e que estes sintomas são avisos destas doenças. Me ajude por favor. Obrigada

    • Joziani, pelo que você relata me parece que você ainda não superou o pânico porque um dos principais sintomas é o medo de passar mal novamente, mesmo que isso nunca mais tenha acontecido. Você precisa trabalhar esse medo para poder voltar a ter um avida normal. Abraço.

      • JOZIANI C P S disse:

        Sabrina, muito obrigada pela resposta. Parabéns por ser uma profissional atenciosa. Quanto a este medo, ele é insuportável de verdade, me deixa maluca, estou lendo um livro que me indicaram “Domine seus Nervos” que dizem ser a biblia e o livro de cabeçeira dos ansiosos e sofredores de Pânico.

        Começei hoje a tomar um floral para equilibrar a minha ansiedade visando melhorar o medo de tudo.

        Abraços e obrigada.

  11. Lucas disse:

    Tenho 18 anos e há mais ou menos de 4 ou 5 anos pra cá tenho dificuldade para fazer amizades e conhecer pessoas. E há 2 anos sinto que meus amigos se afastaram de mim. Só tenho vontade de dormir o dia todo, penso todos os dias em me matar! Não tenho namorada e nem confiança para um relacionamento. Como eu faço pra recuperar auto-estima?

    • Para recuperar a auto-estima é fundamental que você busque a ajuda profissional de um psicólogo e possivelmente de um psiquiatra. Pelos sintomas que você descreve você está em depressão que pode se agravar, sem um tratamento adequado. A auto-estima é a imagem que temos de nós mesmos e é necessário que você avalie em terapia qual a imagem que você tem de você mesmo e porque ela é negativa. Você precisar fortalecer essa imagem para ter confiança para fazer amigos, namorar e ter confiança de que sua vida tem sentido.

  12. Ana disse:

    Estou em conflito com meus sentimentos não sei bem desde quando.
    Há quase 2 meses meu chefe me chamou a atenção pois disse que eu estava muito distraida, sonolenta, e eu realmente estava dormindo muito. Procurei um neurologista que me receitou fluoxetina, já tomo a 42 dias, mas esta semana estou tão mal, ontem mesmo chorei muito. Não tenho fome, apenas como pipoca a noite e uns bicoitos na hora do almoço, e mesmo assim não sinto fome. Parei o ingles e levantar para ir trabalhar é uma tortura, ir para a faculdade, um tédio. Estive internada durante o carnaval com cólica de rins, estava com infecção urinária e não tomava os comprimidos, jogava fora no vaso e não contei isso pra ninguém. Devo relatar isso ao meu neurologista? Quando ele me identificou com hipersonia disse que poderia ser depressão, mas eu disse: “Depressão, eu não! Só estou desanimada e com muito sono”. O que faço?

    • Ana, pelo que você descreve seus sintomas são de depressão: sonolência, distração, falta de apetite, falta de vontade para fazer as coisas mais simples, que antes eram feitas sem esforço e dificuldade de se cuidar. Você deve sim mencionar que jogou fora seus remédios para o neurologista, que provavelmente irá encaminhá-la para um psiquiatra. Mas, juntamente com a medicação é importante que você procure terapia, porque sem descobrir e tratar o que está causando essa depressão, dificilmente você irá se curar. Estou a sua disposição para qualquer outro esclarecimento. Abraço.

  13. Ana disse:

    Boa Tarde Sabrina,
    É bem estranho, hoje por exemplo já me sinto bem melhor que ontem… Sem fazer nada diferente.
    Estou mesmo achando estranho essa confusão que estou passando, mas ainda sim, acho que o que tenho ainda não é depressão, porque hoje eu estou bem, mas tem uns dias que estou mal…
    Em 2009 tive uns problemas emocionais também, estava chorando muito e procurei um psicologo, fui em apenas 1 sessão e não voltei mais! rs
    Resolvi mudar de casa, e melhorei. Agora estou assim…
    Acho que vou procurar fazer terapia sim, e quando voltar ao neuro, vou contar pra ele o que eu fiz.

    Abraços, e muito obrigada!

  14. Ana, me parece que você está tendo dificuldades em admitir que o que você tem é depressão e que você precisa tratá-la. Sei que não é fácil reconhecer que temos uma doença, mas sabendo o que você tem fica mais fácil cuidar para que você possa viver sem restrições, com todo seu potencial. Abraço.

  15. anny disse:

    Não tenho ninguém por mim. A solidão me corroe mesmo estando junto de outras pessoas. Quase ninguém quer enxergar beleza interna e a externa me falta. A idade de 20 anos é um peso pesado na minha vida. Sinto tristeza mesmo tomando antidepressivos. Estou mal. Quando é que as coisas vão mudar? Puxa vida… ninguém me leva a sério. Preciso de uns bons conselhos. O desanimo chegou de vez. O que faço para mudar isso em mim?

    • Anny, me parece que você está esperando que as outras pessoas mudem a sua sensação a respeito de quem você é. Quando depositamos nos outros a responsabilidade de nos fazer felizes, perdemos o poder de modificar aquilo que sentimos. É como se eu dissesse: já que ninguém gosta de mim, porque que é que eu vou gostar? O seu desafio é inverter essa relação: eu gosto de mim e tenho certeza que outras pessoas também vão gostar. Comece pensando o que é que você valoriza em si mesma? Pode não ser a beleza, como você diz, mas tenho certeza que você tem qualidades especiais, que precisam ser reconhecidas por você. Depois, pense: será que estou deixando os outros verem a pessoa legal que eu sou? Algumas vezes, mostramos o nosso pior lado para os outros e não entendemos porque ninguém gosta. As coisas podem mudar se você fizer um movimento para analisar as suas atitudes (e não a dos outros) e experimentar pequenas mudanças. Estou a disposição para qualquer outra dúvida. Um abraço.

  16. LUCIMEIRE disse:

    Não consigo mais trabalhar, tenho preguiça, não tenho vontade nem de me arrumar. Sinto que vou morrer, minhas mãos gelam, tenho secura na boca e dor na barriga. Meu corpo treme todo e aí eu acho que vou morrer. O médico diz que eu não tenho nada, que sou saudável. Me ajuda, por favor. Quero voltar a ser uma pessoa trabalhadora como era antes. Acho que vou desistir antes de lutar.

    • Lucimeire, pelo que você diz você está com sintomas de síndrome do pânico: palpitação, medo de morrer, extremidades frias, secura na boca, medo de sair de casa sozinha por medo de passar mal e ansiedade. Isso atrapalha todos os lados da sua vida, o trabalho, os relacionamentos com as pessoas e de fato, fisicamente você não tem nada de errado. Mas, isso não quer dizer que você não precise de tratamento psicológico e também de medicamentos que podem ajudar a controlar os sintomas.

  17. ALESSANDRO disse:

    Bom dia. Fiz tratamento para depressão por 1 ano, mas agora me encontro em uma situação estranha. Pareço não ter mais adrenalina, aconteça o que acontecer. Pra mim, tudo continua igual. Exemplo: se recebo um aumento de salário, tudo bem. Não fico contente se consigo algum bem material. Também nada muda se bati o carro. Nada muda se recebo uma notícia boa. Se recebo uma notícia ruim, tudo igual. Pareço sem sentimentos, insensível. Estes são apenas exemplos. Não consigo sentir alegria nem tristeza. O que será isso?

    • Alessandro, pelo que você descreve posso dizer que provavelmente você bloqueou seu sentimentos para evitar sentir a tristeza da depressão em que você estava, porque ela devia ser muito intensa e ruim. Mas, com isso você acabou bloqueando suas outras emoções, como alegria, afeto, etc. Isso pode ser revertido, porque os sentimentos, mesmo os negativos são necessários para a saúde do nosso sitema emocional e para a vida como um todo. Será importante para você voltar a fazer terapia para reaprender a sentir e para não ter medo de suas emoções. Estou a disposição para qualquer eclarecimento.

  18. patricia disse:

    sabe nao sei bem o que tenho sinto uma grande tristeza as vezes tenho vontade de me matar mas nao fazo isso por q tenho um filho de 3 anos e sinto q o pai dele nao gosta dele entao ele vai ficar desamparado sem ninguem mas tenho voltade de vchorar por nada tem dia q vou trabalhar obrigada somente porq eu preciso mas e muito ruim por q trabalho com o publico entao tem dia q tenho vontade de pular no pescoço das pessoas e tenho q fingir q ta tudo bem por as pessoasa falam q isso e frescura e isso mesm.isdso e normal

  19. mariana disse:

    Há 4 anos atrás iniciei tratamento contra depressão, mas nunca vi diferença e parei, até mesmo porque estava muito caro. Hoje não consigo me relacionar com ninguém, não tenho amigos, sobrecarrego meu filho e minha mãe com meus problemas, na faculdade e no trabalho não me sinto bem vinda, ao falar com as pessoas não consigo me expressar, gaguejo e não deixo claro o que quero, não sei nem como consigo trabalho, choro todos os dias sem motivo específico, não me relaciono há anos por não confiar em ninguém. Ao mesmo tempo que sinto falta de pessoas não confio nelas. Como muito e engordei 20 quilos desde então. Não tenho condições de pagar novo tratamento, onde eu o consigo gratuitamente? Porque isso não acaba nunca?

    • Mariana, o tratamento para depressão não é rápido e muitas vezes precisa da combinação de remédios e terapia. É importante que você busque ajuda, mas também que tenha consciência que o efeito algumas vezes demora a aparecer. Não sei aonde você mora, mas as clínicas de atendimento das faculdades de Psicologia prestam esse serviço, muitas vezes gratuitos e com supervisão dos professores. Acho que pode ser uma alternativa interessante para você iniciar mais rápido um tratamento. Se precisar de mais alguma coisa estou a disposição. Um abraço.

  20. Rodrigo disse:

    Sabrina, estou com 35 anos… desde criança passei com diversos psicólogos e psiquiatras, sem até hoje ter um diagnóstico fechado… desde criança tenho depressão e tenho me isolado cada vez mais… só estou com acompanhamento psiquiátrico, e meu psiquiatra diz que sofro de anedonia, ou seja, se eu vou numa danceteria, eu não danço e nem sinto prazer como os outros… se eu consigo algo de bom, ao invés de eu ficar alegre como qualquer pessoa, eu fico triste, porque sei que vai ser mais uma oportunidade que vou desperdiçar (como aconteceu ontem)… reconheço coisas boas (ex:elogios) como coisas ruins… a sensação de perda e arrependimento é muito grande… eu desisti de muitas coisas que eu cheguei a fazer, por causa da anedonia, da depressão e do bullying…

    • Rodrigo, sei que depois de passar com vários profissionais é difícil pedir que você insista em procurar ajuda, mas é exatamente o que você precisa fazer. O tratamento psiquiátrico é uma parte do processo, mas a terapia também é fundamental. Um dos fatores que podem contribuir para o sucesso de um processo terapêutico é o vínculo que você tem com o profissional: se você confia, tem simpatia e se sente à vontade com o terapeuta é muito mais fácil que seu tratamento tenha sucesso. Não desista de buscar, porque sentir prazer na vida é extremamente importante. Estou à disposição para o que você precisar. Abraço.

  21. Milla disse:

    Tenho 40 anos, sou casada há 22 anos, e ultimamente não suporto o meu marido, o que tem me causado uma tristeza imensa. Se eu pudesse me isolaria do mundo. Só penso em dormir, não sinto vontade de fazer nada, um desânimo total. Engordei um monte e sempre que temos algum contato fisico, choro, sinto nojo de mim mesma e as vezes penso que a única solução é morrer, aí acabo com todo sofrimento.

    • Milla, você precisa pensar sobre o que está acontecendo no seu relacionamento, para poder resolver o problema, porque me parece que esses sintomas de depressão que você está sentindo são para se defender de algo que não está bem no seu casamento. A terapia pode te ajudar a enxergar melhor o problema, como também encontrar uma solução. Mas, é muito importante que você busque ajuda, porque morrer não é uma forma de solucionar nenhum problema. Estou à disposição para qualquer outra dúvida, ok? Abraço.

  22. Luciana disse:

    Há mais ou menos 1 ano tive síndrome do pânico e transtorno de ansiedade. Morava nos EUA e engravidei, tive gravidez de risco e minha vida emocional se transformou em um inferno. Tive várias crises durante e depois do parto. Tomei frontal desde o oitavo mês de gestação até o quarto mês de vida do meu filho e parei por conta própria. Comecei a fazer psicanálise mas não dei sequência. Me senti melhor, mas de uns dias pra cá tenho notado uma recaída. Tristeza, falta de vontade, irritabilidade, medo da morte e principalmente não consigo ver sentido em nada. Tenho muito medo de voltar a sentir tudo novamente. Será que estou cansada por causa do trabalho com meus 2 filhos ou será depressão?

    • Muito provavelmente você está sentindo sintomas de depressão que precisam ser avaliados por um psiquiatra ou psicólogo e a terapia com certeza deve fazer parte de seu tratamento. Como você já teve transtornos anteriormente, o cansaço ou stress pode desencadear novas crises, principalmente se esse stress vem da dificuldade em lidar com novos papéis e funções. Recomendo que você procure fazer uma avaliação para tratar o que você está sentindo e a origem desses sentimentos. Procure outras linhas ou outros terapeutas se não quiser procurar o mesmo. Abraço.

  23. alesandra disse:

    Me ajude, sofro de depressão há anos. Hoje tomo carbolitium não está adiantando mais, o que faço?

    • Olá, o tratamento adequado da depressão envolve a medicação e terapia para funcionar. Você não menciona se faz ou se já fez terapia, mas ela é um complemento importante da medicação, porque o remédio ajuda a estabilizar suas emoções, mas não resolve os problemas que levam a esse desequilíbrio. O ideal é você fazer uma reavaliação do remédio com um psiquiatra para saber se o remédio está correto, assim como a dosagem, e buscar uma terapia, o mais breve possível para conseguir a sair desse quadro, ok? Abraço.

  24. luciana disse:

    Olá, gostaria que me ajudasse. Tenho 30 anos e antes gostava muito de trabalhar, era a melhor hora do dia, mas há algum tempo já não sinto mais vontade. Só queria ficar em meu quarto sozinha. Não tenho vontade de conversar e de ver ninguém. Não tenho vontade de sair, tenho 3 filhos e já não sinto vontade de sair com eles pra lugar algum. Meu marido reclama que já não dou mais atenção pra ele, só tenho vontade de chorar. Quando fico nervosa, sinto muito desânimo, até aparece algo embaixo do meu braço, sinto muita coceira, chego a me machucar. O que deve ser isto?

    • Olá. Os sintomas que você descreve podem ser de depressão. Falta de vontade, necessidade de isolamento, alterações de sono, irritabilidade e até sintomas físicos que não encontram uma origem orgânica, podem estar associados ao quadro depressivo. É importante que você busque ajuda para descobrir a origem dessa depressão, melhorar seus sintomas e sua qualidade de vida. Você pode começar buscando um psiquiatra, para iniciar a medicação que fará com que você tenha mais ânimo e disposição, mas também é igualmente importante realizar um processo terapêutico para tratar as causas e encontrar soluções. Entre em contato para agendar um horário pessoalmente ou por Skype. Abraço.

  25. lucia disse:

    Tem dois meses que sinto tonturas fortes, não consigo me equilibrar quando eu ando. Tenho medo de cair e não saio de casa. Só quero sair de carro, me sinto segura no carro. Não quero ver ninguém, tenho uma tristeza dentro de mim, porque quero sair e tenho medo de passar mal na rua, igual outro dia, parecia que eu ia desmaiar… aí fico em casa, triste, sem ânimo de sair como antes eu saia… Queria tanto uma solução para o meu problema, não tenho apetite como antes, tenho medo de emagrecer, perdi 5 quilos, ando deprimida… o que eu faço? Me ajude por favor……é essa tontura na minha cabeça que me deixa assim muito triste…

    • Você não diz se já procurou um médico para investigar as causa dessa tontura, mas se já o fez e não encontrou nada, a causa pode ser emocional. Procure observar se essa tontura aparece depois de algum stress ou situação que a deixe ansiosa, por exemplo. Hoje, pelo que você descreve, você está deprimida em consequência desses episódios de tontura, que podem acabar levando você a desenvolver uma síndrome do pânico. O mais importante é buscar ajuda o quanto antes de um psiquiatra e de um psicólogo para avaliar e começar a tratar da depressão e das possíveis causas emocionais dessa tontura para que você possa a voltar a ser feliz como antes, ok? Estou a disposição. Abraço.

  26. Gisele disse:

    Boa tarde Dr Sabrina?
    Estava aqui na internet, tentanto achar alguma ajuda para o meu problema, e achei seu site.
    Bom, eu tenho passado por uma situação muito desagradável em meu trabalho, e isso tem atrabalhado em tudo na minha vida.
    Meu trabalho é muito estressante, sou téc.enf em um hospital,e assistir os sofrimentos das pessoas não tem me feito muito bem.
    No começo eu achava que iria ser lições de vida, mas não é o que acontece, eu sofro junto, me apego, e eu fico carregada e muito estressada.
    Chego em casa e choro, me alimento muito ( sou obesa), tenho dificuldade para dormir, não tenho ânimo para nada.
    Não sei mas o que eu faço, que especialista procurar, se devo fazer uso de algum medicamento, me ajuda dr Sabrina, por favor.
    E obridada pela atenção, fica com Deus!

    • Olá Gisele, você está com alguns sintomas de estresse e depressão. Me parece que você precisa aprender a lidar com as situações de seu trabalho e se distanciar emocionalmente do que acontece. Isso não significa se tornar indiferente, mas não permitir que o sofrimento que você acompanha te acompanhe de volta pra casa. Para saber se você precisa de medicação, você pode consultar um psiquiatra, mas acredito que a terapia trará muitos beneficios e você deve iniciar o quanto antes. Se quiser agendar um horário, entre em contato peço e-mail: sabrinapatto@gmail.com. Abraço.

  27. luana disse:

    Tenho 22 anos e me considero uma pessoa infeliz, sinto um vazio de alma, uma tristeza, vontade enorme de morrer, irritada, nada tá bom pra mim, não tenho vontade de fazer nada, de sair, ficar com amigos e familia… vontade de ficar sozinha aonde ninguém me incomoda. Penso muito em morrer e tenho muita dor de cabeça… tenho vontade de dar um fim na minha vida. Será que isso é depressão?

    • Olá, isso é sim depressão e você deve procurar ajuda de um psiquiatra e de um psicólogo o quanto antes. Quanto mais tempo você levar pra buscar ajuda, mais vai comprometer todos os aspectos e relações de sua vida. Se quiser agendar uma avaliação é só entrar em contato. Abraço.

  28. rosa disse:

    Tenho 59 e estou precisando de ajuda. Sempre fui uma pessoa hiper ativa, o braço forte de toda família. Achei que estava sobrecarregada, decidi me aposentar e me dedicar mais ao meu núcleo familiar (marido e filhos). Por um tempo achei que estava no caminho certo, me distanciei dos meus irmãos até da casa da minha mãe (que é doente). Estou indo na casa dela quando necessário. Mas, de um tempo pra cá, estou sentido muita tristeza, me sinto uma estranha em relação aos meus irmãos (por sentir o distanciamento deles), não quero sair de casa, muita vontade chorar, pedindo socorro pra me enxergarem, uma pessoa frágil precisando de ajuda, até mesmo em minha casa.

    • Rosa, o papel que você desempenhava antes na vida da sua família lhe trazia muitos reconhecimentos e acredito que agora você não está encontrando mais nenhum, por isso você deprimiu e não se sente mais motivada. Para quem cuida de todos é muito difícil encontrar permissão interna para cuidar de si mesma e você conseguiu algo muito difícil. No entanto, você precisa encontrar uma nova forma de se relacionar com as pessoas, que lhe traga reconhecimento ou importância, seja da sua família ou de outras pessoas. Pode ser que seus irmãos não consigam lhe enxergar de outra forma… É importante que você trabalhe em terapia o descobrimento desse novo papel e aprenda a encontrar novas maneiras de ser reconhecida para poder sair desse quadro depressivo que está se configurando. Podemos agendar uma avaliação e conversar melhor. Abraço.

      • rosa disse:

        Gostaria de muito de conversa com você, portanto como posso agendar esta conversa moro em Belém do Pará.
        Fiquei muito satisfeita com sua resposta, obrigada. Um abraço.

  29. Ana disse:

    Tenho 18 anos…não tenho vontade de fazer nada, a não ser dormir. Fico muito irritada e durmo o dia inteiro .Tenho medo de procurar emprego, me acho incapaz. Se eu pratico exercícios fico mais disposta. Seria um caminho para melhorar?
    .

    • Ana, preciso deixar claro que alguns dos sintomas que você sente, como falta de vontade, irritação e alteração de sono são sintomas de depressão. O exercício físico ajuda porque libera substâncias que ajudam no bem-estar, mas sem trabalhar o que está causando essa depressão, o efeito não irá durar. Você precisa associar os exercícios com terapia para resolver essas questões de medo e sentimento de incapacidade que podem ser uma das causas do que você está sentindo. Podemos agendar uma avaliação para saber qual o melhor caminho pra você, ok? Abraço.

  30. helenice de BH disse:

    Eu me sinto frágil, não tenho vontade de fazer nada, não consigo estudar mais. No trabalho eu cumpro horário e fico louca pra terminar o expediente e vir pro meu apto, onde fico deitada e comendo muita coisa doce, massas ou assistndo TV sem prestar atenção de fato ao que está passando. Estou casada, meu esposo tenta me alegrar as vezes, se preocupa muito comigo. Outras vezes eu finjo estar alegre, porém quando ele sai para trabalhar eu choro muito sozinha. Não vejo meus vizinho há meses, sinto uma tristeza sem fim, ansiedade o tempo todo, parece que todos estão me analisando e sinto que estão contra mim, falando pelas minhas costas ou debochando de mim. Tive aumento de peso excessivo, estou totalmente sedentária, não tenho vaidade, quando fiz muito por mim tomei banho. Sei que preciso me cuidar, mas não consigo. Não tenho vontade de fazer nada, nem as tarefas rotineiras, tenho muita preguiça, sono o dia todo, apetite muito elevado, aliás nunca estou saciada, falta ânimo. Meu olhar mudou, quando olho no espelho, vejo que envelheci muito e toda pálpebra dói. São olhos marejados de lágrimas e choro oculto (engoli o chôro quase sempre), perdi o controle emocional e financeiro e agora me sinto burra, sem raciocínio. É uma sensação de diminuição da capacidade cognitiva e de concentração, minha memória está falhando facilmente, apatia, não sei sorrir mais. Sabe aquela face congelada e travada? É assim que eu me vejo. Sinto um embotamento afetivo total, estou anti-social, não abro a janela do quarto com prazer mais. Não tenho coragem de tirar a minha vida porque não quero fazer meus pais sofrerem, nem o meu esposo e nem quero que os outros pensem que foi culpa do casamento ou porque sou fraca. Sei lá, mas gostaria que o mundo acabasse logo ou que alguma tragédia acontecesse comigo e eu morreria naturalmente, se é que eu posso dizer assim. Por favor me ajude.

    • Ao ler o que você escreveu, penso que o mais urgente no momento é marcar uma consulta com um psiquiatra para iniciar uma medicação ao mesmo tempo em que você inicia um processo terapêutico. Você está com uma depressão importante e seus pensamentos e sintomas revelam isso. Ninguém quer de fato tirar a própria vida, mas pensa que essa pode ser a solução quando não encontra saída para o que está sentindo. É muito importante que você perceba que depressão não é fraqueza, preguiça, falta do que fazer, mas sim um desequilíbrio químico do cérebro, que pode ser desencadeado por situações que vivemos, pensamentos, crenças. Daí a necessidade de um tratamento conjunto (terapia+medicação). Você se preocupa muito com o que as outras pessoas pensam sobre você e isso é sinal de uma auto-estima (imagem que você tem de si mesma) negativa. Você precisa também aprender a expressar suas emoções, para não ter que engolir mais nenhuma delas, como tristeza, raiva. É fundamental, para todos que tem depressão, saber que nada do que você relata é frescura, falta de vontade ou tantos outros nomes que se escuta com frequência para dizer que esse distúrbio é facilmente resolvido. Sem a devida orientação e tratamento será difícil superar. Estou a disposição para agendamento para uma avaliação. Abraço.

  31. Rosilene disse:

    Olá, meu problema é uma tristeza profunda, devido a vários processos parados na justiça e uma enorme necessidade deste dinheiro em minhas mãos. Me sinto fragilizada e angustiada diante das dificuldades financeiras que enfrento sem ter como resolver, ficando a mercê de uma decisão judicial, onde somente através deste dinheiro eu poderia resolver a minha vida e é claro ter a paz que eu preciso. Me sinto incapaz e esta espera se tornou um martírio para mim. Gostaria muito se puder me orientar.

    • Olá, realmente é muito difícil se sentir impotente diante de uma situação que está fora da sua capacidade de resolver e se sentir triste por isso é normal. Essa tristeza não pode te paralizar, ou seja impedir que você continue vivendo e encontrando prazer em outras partes de sua vida. É claro que todos precisamos de dinheiro para viver e se esses processos estão parados deve fazer muito tempo que você está aguardando por essa decisão, então deve estar obtendo dinheiro de outras maneiras, mesmo que não seja na quantidade que você precisa para resolver seus problemas. Por isso, procure colocar seu foco nos outros aspectos dela: família, amigos, trabalho e perceber o que está bem. Existe um ditado que diz “o que não tem remédio, remediado está”. Se você já fez tudo o que estava ao seu alcance para resolver o problema, volte-se para outras questões, outros problemas, outras relações e não passe seus dias apenas na espera. Se tiver dificuldade em fazer isso, procure ajuda de um terapeuta para começar a reconhecer o que está funcionando em sua vida, ok? Abraço.

  32. dirce disse:

    Olá , de três meses pra cá não tenho mais ânimo pra nada, nem de trabalhar, de sair, de conversar, arrumar a casa. Minha vontade é de dormir, ficar quieta no meu canto, não conversar. Tenho uma sensação de aperto no peito, uma dormência e as vezes tenho vontade de morrer. O serviço está por um fio, todos os dias penso em pedir as contas. Não tenho vontade de me arrumar, sinceramente parece que estou no fundo do poço e que não consigo sair de la, é mais forte do que eu, preciso de ajuda…

    • Olá, realmente você precisa procurar ajuda de um psiquiatra e de terapia, porque todos esses sintomas são de depressão. A medicação vai agir nos sintomas de desânimo e fará você voltar a viver normalmente. A terapia vai trabalhar nos motivos que levaram essa depressão a aparecer e nas mudanças que você precisa fazer para que ela não aconteça novamente. Por isso, é importante que você faça as duas coisas. Muitas vezes, quando a pessoa só toma o remédio ela acha que está curada por que os sintomas somem, mas quando ela pára os sintomas reaparecem. Quando a pessoa faz só terapia, ela pode não conseguir uma melhora, porque os sintomas não permitem que ela tenha motivação para ter o entendimento e realizar as mudanças necessárias para conseguir se curar da depressão. Por isso, não espere sua situação piorar, busque ajuda!

  33. Camilinha disse:

    Me casei há um mês e há uma semana estou me sentindo mal, só penso em minha mãe. A noite eu tenho sono mas, fico tentando não dormir pois tenho medo de ter pesadelo com ela, mas de tanto pensar nela eu sonho com que nós fizemos durante o dia. Na hora de dormir sinto fadiga, fico ansiosa, com medo. Mas, quando estou perto dela esses sentimentos passam. Esses sintomas podem ser depressão?

    • Pelo que você descreve, esses sintomas são de Ansiedade e não de depressão. Você provavelmente está se sentindo insegura por estar longe de sua mãe e por ter se casado recentemente, talvez com seu papel de esposa e essa insegurança está gerando esses medos e reações. Você deve procurar ajuda para trabalhar o que realmente está acontecendo na sua relação com sua mãe e na sua relação com seu casamento, não necessariamente com seu marido. Quero dizer, que as vezes o problema não está na relação que temos com a pessoa com quem casamos, mas sim com o que o casamento faz com as relações que devem mudar em nossa família de origem quando nos casamos. Se você não resolver essas questões, seus sintomas podem evoluir ou piorar para por exemplo, uma síndrome do pânico.

  34. Regina disse:

    Oi, eu queria saber o que realmente eu tenho, porque eu não sei mais o que fazer. As vezes, eu sinto uma tristeza e só tenho vontade de chorar, parece que tudo muda, o dia muda, fica tudo triste… eu até tenho bastante amigos mas, as vezes me sinto como se estivesse sozinha. Só me sinto bem quando estou ouvindo música e eu sempre faço isso porque ai eu esqueço tudo. Já tive até vontade de morrer. É horrível…

    • Olá, para saber o que você realmente tem é necessário que você passe por uma avaliação, mas pelo que você descreve pode ser depressão. Mesmo quem tem amigos, trabalho e consegue levar a vida pode estar sofrendo de depressão, mas ter dificuldade para se relacionar, se sentir interessada pelas coisas que estão ao redor ou motivada para trabalhar, sair e se divertir. E isso pode levar ao isolamento e afastamento das pessoas o que a longo prazo pode agravar sua depressão. Existem outras possibilidades, mas para você ter um diagnóstico mais preciso você precisa buscar um psicólogo ou psiquiatra, ok?

  35. neth disse:

    Sinto uma dor muito forte no meu peito há mais ou menos dois anos. Deixei meu trabalho e desde então quase não saio de casa. Me tornei uma pessoa antissocial e triste. Não tenho ânimo para nada. Tenho 31 anos e uma filha de 12, meu medo é que essa tristeza afete a vida dela. Sinto angústia e falta de sono, já procurei um médico e ele me aconselhou a procurar um psiquiatra mas, não me conformo com isso, não quero ir ao psiquiatra!!!Também passou uns comprimidos pra eu tomar isso já faz 02 meses, me recusei a tomá-los pois, quando tomava a tristeza só aumentava. As vezes acho que morrer seria a melhor solução, não tenho com quem conversar, não tenho amigos e isso é muito ruim. Preciso de ajuda, só não sei como procurar e nem como começar a procurar…

    • Olá, se você descartou com o médico qualquer possibilidade das dores que você sente serem um problema cardíaco, isso pode ser também um sintoma de depressão. Sintomas físicos sem origem podem ser psicossomáticos, ou seja podem ser causados por “dores” emocionais. Sei que pode ser assustador procurar um psiquiatra e ter que admitir que temos um problema, mas muitas vexes o medicamento é necessário e eles podem demorar algum tempo para fazer o efeito desejado. No entanto, sem terapia o medicamento não consegue eliminar o problema sozinho. Pelo que você descreve você pode estar em depressão e precisa sim procurar ajuda. O melhor caminho seria você fazer uma avaliação com um psicólogo e daí ver a necessidade de consultar também um psiquiatra. Só o fato de você estar colocando essa pergunta já mostra que você quer melhorar, então procure um profissional que você confie. Abraço.

  36. Karine disse:

    Tenho 20 anos e, de uns tempos pra cá, todo dia encontro um motivo para chorar. Não gosto de ficar sozinha e quando isso acontece choro muito, fico só pensando em coisas ruins buscando motivos para ficar mais triste, mas não consigo entender porque isso acontece. Poderia me ajudar?

    • Você diz que busca motivos para ficar triste com se fosse de propósito, mas a impressão que eu tenho quando leio o que você escreveu é de que passam muitos pensamentos ruins pela sua cabeça, sem que você consiga controlá-los. Isso pode ser um sintoma de ansiedade, que dispara esses pensamentos que fazem você se sentir triste. Procure perceber porque você não gosta de ficar sozinha, do que você fica com medo e quais são os recursos que você tem para resolver quaisquer situações que podem acontecer. Além disso, é importante que você busque ajuda para tratar essa ansiedade, senão há a possibilidade desse sintoma se agravar e você desenvolver transtornos maiores, como Síndrome do Pânico.

  37. Leila disse:

    Há tempo percebo que minha auto estima é baixa, por mais que eu receba elogios, que as pessoas digam que sou bonita não me animo. Na minha infância sempre fui gordinha e sempre comparada com minha irmã que é magra. Hoje tenho 27 anos e não sou magra mas também não sou gorda. Sinto muita tristeza, vontade de chorar do nada, não estou satisfeita profissionalmente, vou trabalhar sem vontade nenhuma, estou sem amigos e me sinto estranha até dentro da minha casa com meus pais.A única pessoa com quem tenho vontade de ficar junto é meu namorado, mas o que me deixa triste e preocupada é saber que em um mês ele vai começar a trabalhar no interior e vai passar a semana lá, ou seja, só vamos nos encontrar no final de semana. Tenho muito medo de perde-lo. O que devo fazer?

    • Você deve trabalhar sua auto-estima, procurando terapia para poder rever os conceitos que tem de você mesma. Quando uma pessoa cresce sendo comparada com os outros, ela não desenvolve a capacidade de ver e acreditar nas suas próprias qualidades. Alguns sintomas que você descreve já podem ser considerados depressivos e por isso é importante que você busque tratamento antes que piore. Se seu namorado é o único vínculo positivo que você tem hoje, a ausência dele só vai piorar seu quadro e sua insegurança diante da situação pode fazer com que vocês acabem brigando e não consigam sustentar o relacionamento.

  38. Luana disse:

    Tive um casamento conturbado que durou apenas um ano e dez meses, larguei profissão, fiquei contra a minha família que não aprovava a relação e o casamento que ocorreu depois de apenas três meses de relacionamento. Deixei minha família e fui atrás de um homem que me prometia tudo, fui morar em outro país; uma vez lá, a convivência revelou um homem com muitos problemas, cruel nas palavras, me dizia coisas horríveis, me fazia me sentir um nada. Ele é bipolar e nunca aceitou seguir o tratamento prescrito pelos médicos, só sabia se lamentar da vida e criticar tudo e todos, muito comodista e nunca me incentivava a fazer o que eu queria. Sonho em ser mãe e meu ex-marido, que já tem dois filhos crescidos, nunca quis ter filhos, isso me frustrava. A separação ocorreu um ano e dez meses depois, depois que não suportei mais ouvir palavras de ofensa gratuita nos momentos mais inesperados. Para vir embora, tive que contar com minha família para voltar para casa pois mesmo a passagem de volta ele se recusou a pagar. Após isso, estou passando por uma sensação horrível de fracasso na vida pessoal e profissional, tive que voltar ao meu antigo emprego que não me identifico e a cada dia que me levanto para trabalhar sinto como se estivesse indo para uma sessão de tortura, estou em um nível de stress muito alto. Na primeira semana de trabalho minha pressão arterial subiu para 17 por 10 e está sempre oscilando, sinto uma irritação e impaciência que não cessam, choro a toa, estou sempre tensa e nervosa, tenho ataques de taquicardia e não consigo relaxar nunca. Só consigo pensar em como fracassei na minha vida. Já pensei inúmeras vezes em procurar ajuda profissional, uma terapia, mas não tenho coragem.

    • Alguns sintomas que você descreve são de depressão, como irritação, impaciência e chorar a toa que condizem com as situações de perda que você diz ter sofrido, como a morte do seu pai, o término de seu casamento e a sensação de fracasso pessoal e profissional. A taquicardia, a pressão alta e a tensão podem estar mais relacionadas com a ansiedade de ter que enfrentar um trabalho que você não gosta e não ver uma saída para toda essa situação. A terapia é fundamental em um caso como o seu, porque vejo muitas situações que você precisa trabalhar. Conviver com uma pessoa que tem um transtorno psicológico é normalmente muito difícil, principalmente se você está fora de seu país, longe de sua família e querendo muito que essa relação dê certo para não ter que voltar para uma realidade que você já não gostava e ter que enfrentar as críticas dos familiares que não eram a favor dessa união. Talvez para você, procurar ajuda seja admitir que fracassou em cuidar de sua vida, que é um sentimento comum para algumas pessoas que precisam de ajuda, mas não procuram. No entanto, buscar ajuda não é ser salva pelo terapeuta, mas adquirir ferramentas que muitas vezes não temos para lidar com as situações que estamos vivendo. Não espere seus sintomas piorarem para buscar ajuda, porque você vai ficar cada vez mais ansiosa e sua sensação de fracasso também vai piorar. Abraço.

  39. Ivani disse:

    Estou sentindo diariamente uma tristeza como se tudo acabasse, como se fosse perder algo importante. Me sinto sozinha às vezes, sem ânimo. Isso pode ser um início de depressão?

    • Olá, pelo que você descreve esses sintomas podem ser o ínicio de depressão, sim e é importante que você procure ajuda o quanto antes para estes não piorem e comecem a comprometer o seu cotidiano. O processo terapêutico pode ajudá-la a entender o porque dessa tristeza e a tratar esses sintomas.

  40. Ana Paula disse:

    Me sinto muito triste, às vezes me dá falta de ar, vertigens, medo de morrer ou de ter alguma doença, cansaço constante… incapaz de qualquer coisa, tenho medo de sair… o que será que é isso? Depressão? Estou sofrendo muito, preciso de ajuda!

    • Olá, os sintomas que você descreve não são de depressão, mas sim de ansiedade ou síndrome do pânico que pode, ao longo do tempo, provocar também um quadro depressivo. O ideal é que você procure um psicólogo para começar um processo terapêutico para tratar esse quadro e, em alguns casos, também é necessário procurar um psiquiatra para começar a medicação que irá tratar os sintomas mais agudos. O importante é que você procure ajuda o mais rápido possível, para que os sintomas não piorem, ok? Abraço.

  41. vanessa disse:

    Faz quase um mês que não tenho vontade de sair de casa, nem de ir trabalhar. Quando estou em casa, me sinto melhor porém durmo praticamente o tempo todo e quando não estou dormindo tenho muito sono. Não consigo de maneira alguma me concentrar no meu trabalho, e a única coisa que realmente me distrai, mas que me deixa muito irritada, como se eu fosse duas pessoas é meu filho de 05 anos. Algumas pessoas me falaram que talvez eu esteja com depressão. Como faço para ter certeza?

    • Para ter certeza desse diagnóstico você deve procurar um profissional, psicólogo ou psiquiatra, para fazer uma avaliação. Muitas pessoas acreditam que a depressão é uma tristeza profunda e que se você não está chorando, nem triste, isso não é depressão. Os seus sintomas, da forma que você descreve, me sugerem um quadro depressivo. Falta de vontade (de sair, de trabalhar, de levantar, de comer, de se cuidar), isolamento, alteração de sono (muito sono ou insônia), irritabilidade, dificuldade de concentração, de memória, entre outros, são sintomas de depressão. Procure um profissional para começar o tratamento e entender as causas, ok?

  42. viviany rafaella araujo linhares disse:

    Não sei se o que estou sentindo se relaciona com depressão, mas há 2 ou 3 meses tive uma discussão com um parente muito próximo e isso me deixou com palpitações no coração, muita dor de cabeça frequentemente, tremores nas mãos, dores nas costas, tonturas de vez em quando, insônia profunda, mas as vezes muita vontade de dormir e demorar demais a acordar. Não tenho mais vida social, as vezes saio mas tudo é tão grande e eu muito pequena diante das pessoas e dos lugares. Estou triste por conta das discussões e lembranças da minha mãe que faleceu há 4 anos e 11 meses, isso me faz lembrar de como éramos unidos! Tristeza, isolamento, de vez em quando me vejo chorando com muita facilidade, as vezes sinto muita vontade de comer bastante sem horários, sinto um certo tipo de rejeição, fadiga no corpo, me sinto impotente em resolver os problemas! Tenho um certo tipo de fragilidade emocional.
    Por favor, essas dores e sintomas podem ser algum tipo de doença cardiaca ou é mesmo depressão?

    • Olá, os sintomas que você sentem podem estar relacionados a um quadro ansioso, como Síndrome do Pânico, que provoca palpitações, sensação de morte, tremores, suor frio. Além disso, você pode estar com um quadro depressivo associado, o que é comum como consequência da ansiedade e do isolamento que ela vai gerando. Nunca se pode descartar algum problema orgânico, então sugiro que primeiramente você consulte um cardiologista, para descartar qualquer possibilidade e na sequencia um psiquiatra e um psicologo para iniciar um tratamento, porque me parece que você tem questões mal resolvidas como a morte de sua mãe e talvez outros relacionamentos que podem ser difíceis para você. Abraço.

  43. Aline disse:

    Sou casada há 13 anos, tenho uma filha de 10 anos e um filho de 4 meses.Amo meu marido e meus filhos.Tenho me sentido muito triste e desmotivada. Embora ame meu marido, não tenho mais desejo sexual, me sinto a pessoa mais feia do mundo, sou gorda… Não me olho mais no espelho, tenho vontade de emagrecer, mas ao mesmo tempo, não tenho forças para me exercitar… se não fosse pelos meus, preferia morrer. A família do meu marido vive me “cutucando” por eu ser gorda e isso me deixa muito mal, pois eu me preocupo demais com a opinião das pessoas… Parece que tenho a obrigação de agradar a todos (embora ninguém faça nada para me agradar). Uma vez fui num neurologista e fiz um tratamento… Melhorei… Mas, parei e me sinto péssima… Isso é depressão? É caso para neurologista ou psiquiatra?

    • Olá, pelo que você descreve, seus sintomas podem ser de depressão e até o excesso de peso e a desmotivação podem ser um reflexo desse quadro. Sugiro que você procure um psiquiatra, mas tenha consciência que sem um processo psicoterapêutico, você tomará a medicação e voltará a se senti mal quando parar. A terapia pode trabalhar essa importância que você dá a opinião das pessoas, a desmotivação e sua auto-estima. Abraço.

  44. Stephanie disse:

    Olá. Tenho 31 anos e a cerca de 7 anos atrás acreditei estar curada de uma depressão que durou cerca de 5 anos.
    Agora tudo voltou.Não aguento mais essa sensação de tristeza constante e profunda, esse sentimento de que nada vai melhorar.
    Queria achar minha vontade de viver outra vez, mas não sei como. Será que tudo isso vai ser uma constante na minha vida? Depressão realmente não tem cura?

    • Olá, realmente a depressão afeta todas as áreas de nossa vida, mas ela pode ser curada com a associação de medicamentos e terapia, que tratarão os sintomas, assim como a origem desses sintomas. Entender e resolver o que causa a depressão é fundamental, por isso, nesse momento você deve buscar essa ajuda. Abraço.

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