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    Atenção: As respostas fornecidas nesta seção não substituem o processo terapêutico e devem ser entendidas como um direcionamento para alcançar uma melhor compreensão de suas queixas. Os nomes serão trocados para proteger a identidade dos participantes.
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Pânico: Como ajudar?

“Minha mãe sofre de depressão e síndrome do pânico. Gostaria de saber qual seria uma postura recomendável para ajudá-la quando ocorrem as crises de pânico. O momento de mais tensão é quando ela tem crises sozinha em casa e no ápice da crise me liga desesperada. Qual seria uma abordagem interessante para tentar acalmá-la por telefone?” – Juliana

Resposta: A primeira pergunta que eu lhe faria é se sua mãe faz algum tratamento com psiquiatra ou psicólogo, porque muitas vezes as pessoas acreditam que podem controlar seus sintomas por conta própria e acabam envolvendo e mudando a rotina de todos os que convivem com ela.

Uma crise de pânico é extremamente assustadora tanto para quem tem como para quem assiste. Taquicardia, suor, sensação de falta de controle das pernas e principalmente pensamentos e sensação de morte iminente são comuns nesse quadro. Para quem está perto fica o desespero de tentar ajudar…

Se estando perto já é difícil, de longe e por telefone parece realmente impossível. A melhor maneira de agir nessa hora é trabalhar junto com sua mãe o ritmo da respiração. Peça para que ela se sente e respire profundamente junto com ela por alguns minutos. Tente manter a calma, porque apesar da sensação, não há um perigo real de morte envolvido (a não ser que haja problemas cardíacos comprovados).

Procure conversar com ela sobre o que ela estava fazendo antes da crise, para tentar estabelecer uma conexão, ou acontecimento que poderia ter disparado a situação. Mas, o mais importante é que vocês procurem ajuda especializada, porque apesar de amar sua mãe, você não pode se responsabilizar pelos seus cuidados.

Atenção: As respostas fornecidas nesta seção não substituem o processo terapêutico e  devem ser entendidas como um direcionamento, que pode não abranger a complexidade da situação vivida, uma vez que as informações obtidas das perguntas são restritas. Os nomes serão trocados para proteger a identidade dos participantes.

Comentários (4)

4 comentários para “Pânico: Como ajudar?”

  1. samuel resende disse:

    eu tambem tenho depressao muito ruim mesmo
    a gente pensa que vai morrer

  2. samuel resende disse:

    ah…… tambem sindrome do panico bah…….

  3. maria disse:

    Que coisa horrível é a síndrome do pânico!!!Minha mãe tem 78 anos, apresentou há 4 meses esse problema, tem 1 geriatra, um clínico e uma psicóloga, porém a crise do pânico aparece assim que ela acorda. Minha mãe não tem vontade de fazer nada, diz que sofre muito, que é uma sensação de terror. Não sei como ajudar, já fiz o trabalho com a respiração, e exercícios com bolinhas e brincadeiras de adivinhações, mas na crise é muito triste vê-la assim. Minha mãe não pode se exercitar (problemas nas pernas), tem medo de tudo, até de ir ao banheiro, comer, enfim tudo que possa imaginar.Faz uso de medicações. Ela não fica se controlando para não ser grosseira com as pessoas.
    É triste demais.
    Maria

  4. cristiane disse:

    oi meu nome e cristiane tenho 33 anos faso tratamento psiquiatrico a 2 anos contra a sindrome do panico hoje com a graca de Deus as crises acabarao foi a pior faze da minha vida so Deus sabe o quanto eu sofri nao desejo este mal nem p um cachorro…

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