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	<title>Psicóloga Sabrina Patto</title>
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	<description>Psicóloga Sabrina Patto, psicoterapeuta especialista em análise transacional,  Consultorio próximo ao metro vila madalena,  Psicoterapia, Orientação vocacional, Curso de análise transacional, Artigos sobre psicopatologias</description>
	<lastBuildDate>Thu, 11 Aug 2011 19:00:34 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Ele é casado. E agora?</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Aug 2011 18:58:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consultório Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[homem casado]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Tenho 15 anos e queria pedir ajuda&#8230; Eu to ficando com um cara casado, ele tem 23 anos, não tem filhos, e diz ele que não gosta da mulher dele. Ele diz que me ama e que gosta de mim, mas ele não diz nada sobre a gente. E o pior é que eu to [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Tenho 15 anos e queria pedir ajuda&#8230; Eu to ficando com um cara casado, ele tem 23 anos, não tem filhos, e diz ele que não gosta da mulher dele. Ele diz que me ama e que gosta de mim, mas ele não diz nada sobre a gente. E o pior é que eu to gostando dele&#8230;O que eu faço?&#8221; &#8211; Bia<span id="more-191"></span></em></p>
<p style="text-align: justify;">Bia, a questão principal na situação que você está vivendo não é o fato do homem que você gosta ser casado, mas sim de que parece que ele não está disponível para ter esse relacionamento com você. É natural que quando duas pessoas estão juntas e se gostam, que elas façam planos e conversem sobre a relação. Não me parece que seja isso o que está acontecendo na relação de vocês.</p>
<p style="text-align: justify;">Ninguém está livre de gostar de alguém que já está comprometido, a não ser que você tenha escolhido se relacionar com ele exatamente por isso. Mas, a partir do momento em que você fica sabendo que o outro está comprometido ou casado com alguém, cabe a você decidir se quer ou não continuar nessa relação. Não é uma questão de certo ou errado, mas de escolher se você quer viver um relacionamento completo com alguém.</p>
<p style="text-align: justify;">Para algumas pessoas, se relacionar com alguém casado pode significar viver apenas o lado bom ou legal da relação, enquanto a esposa fica com a parte &#8220;chata&#8221;, das obrigações e da rotina. Por outro lado, se relacionar com alguém casado pode significar ter que abrir mão de datas especiais, de ter alguém disponível no momento em que se precisa, ou seja, pode significar estar com alguém, mas estar sozinha.</p>
<p style="text-align: justify;">Para algumas mulheres, se relacionar com homens casados pode trazer um sentimento de conquista, de vitória, como se dissesse: Ele está casado com ela, mas é de mim que ele gosta&#8221;. Mas, a maioria dos homens casados não trae a esposa porque não gosta dela, mas porque o relacionamento não está trazendo a satisfação que poderia e porque há o elemento de conquista presente. É difícil o homem se separar da mulher para ficar com a amante e isso é um desejo que algumas mulheres tem em relação ao homem casado, mas que gera muita frustração. O sentimento de vitória pode ser então substituído por raiva e ressentimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que você deva pensar no que você espera desse relacionamento e se isso é compatível com o que está acontecendo entre vocês. Ou seja, você quer ficar com ele, mas ele não demosntra que é isso que ele quer. Vocês não fazem planos de uma vida em comum, mas ele diz que não ama a esposa. Cabe a você dizer até onde esse relacionamento vai, porque enquanto você aceitar essa situação, provavelmente o relacionamento de vocês vai continuar exatamente do jeito que está.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Separação e educação dos filhos &#8211; o que fazer?</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 18:25:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consultório Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[separação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Sou separada do meu marido há 1 ano, tenho uma filha de 7 anos e não estou conseguindo educá-la da melhor forma. Amo minha filha e não quero que ela sofra, mas ela sente a falta do pai, diz que ele não a visita, é muito raro pegá-la para sair. Ele não aceitou a separação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Sou separada do meu marido há 1 ano, tenho uma filha de 7 anos e não estou conseguindo educá-la da melhor forma. Amo minha filha e não quero que ela sofra, mas ela sente a falta do pai, diz que ele não a visita, é muito raro pegá-la para sair. Ele não aceitou a separação e por isso não liga para ela, não me ajuda na criação dela, na educação, em nada. Ela está indo muito mal na escola, não acompanha as atividades, a professora manda todos os dias bilhete no caderno avisando que ela não fez a lição. Acho que não estou sabendo criar a minha filha.&#8221; </em>- Maria.<span id="more-182"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Quando um casal com filhos se separa é realmente muito complicado administrar não só a parte prática do dia-dia, como trabalhar, buscar os filhos na escola e ajudá-los com a lição de casa,  além de ter que lidar com as suas emoções e as emoções deles. Me parece que você está muito preocupada com os sentimentos de sua filha em relação ao pai depois que você se separou e que ela está tendo dificuldades em aprender a lidar com a sua nova realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar é importante que você avalie como você está se sentindo com a sua separação: se se sente culpada, se tem ainda raiva ou qualquer outro sentimento ruim que você não esteja lidando bem. Quanto mais segura de sua decisão você estiver, mais fácil será lidar com os sentimentos de sua filha.</p>
<p style="text-align: justify;">Em segundo lugar, é frequente que um dos pais acabe não vendo tanto os filhos, principalmente se ele ainda sente raiva da separação, como é o caso do seu ex-marido e isso pode ser uma forma de também manipular você. Mas, nesse caso é muito importante que você possa ouvir o que sua filha tem a dizer e ajudá-la a entender que a vida de vocês mudou e que ela deve falar para o pai como ela se sente. Converse com seu ex-marido para que ele separe a relação de vocês da relação dele com a filha, que são duas relações diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Mostrar dificuldades na escola é uma forma que as crianças tem de dizer que estão com problemas, porque as atividades da escola precisam que a criança esteja bem, sem maiores conflitos para poder aprender. O primeiro passo é não cobrá-la para apresentar um  desempenho igual ao que ela tinha antes da separação. Os adultos, quando estão com problemas apresentam um baixo desempenho no trabalho ou dificuldades de concentração, por que com as crianças seria diferente?</p>
<p style="text-align: justify;">Procure não se culpar pela separação e nem por sua filha estar tendo problemas com isso. Separe tempo para ter momentos bons com ela, em que vocês possam conversar bastante e que você possa ouvir o que ela sente, sem tentar resolver nada. É importante que você busque ajuda para ela, através de um processo terapêutico, porque ela precisa aprender a lidar com o pai dela, com seus sentimentos e sua nova realidade. Mas, não se desespere! Fique ao lado dela e avalie bem o que você sente e se você também não está precisando de ajuda para aprender a lidar com essa nova situação, mas sabendo que é normal as pessoas terem dificuldades em lidar com situações novas, que trazem tantos sentimentos negativos.</p>
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		<title>Por que meus relacionamentos não dão certo?</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 18:34:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consultório Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[ciúmes]]></category>
		<category><![CDATA[insegurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Com mais ou menos 15 anos de idade eu tive um relacionamento de 1 ano e meio, o rapaz com quem eu namorei era 10 anos mais velho que eu. Eu era apenas uma menina, a principio estava sendo um relacionamento legal e sadio. Com o passar do tempo, ele foi me tratando diferente, era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Com mais ou menos 15 anos de idade eu tive um relacionamento de 1 ano e meio, o rapaz com quem eu namorei era 10 anos mais velho que eu. Eu era apenas uma menina, a principio estava sendo um relacionamento legal e sadio. Com o passar do tempo, ele foi me tratando diferente, era muito ciumento e possessivo, um pouco agressivo as vezes, me tratava mal diante de algumas pessoas e começou a mentir muito pra mim. Prometer coisas e não cumprir. Foram 1 ano e meio de ciúmes, possessividade e muita cobrança.<span id="more-178"></span><br />
Como eu era muito nova ainda e inexperiente, eu não fazia nada, não falava nada pra ele; mesmo ele sempre me provocando muito; a sensação que eu tinha era de isolamento.<br />
Logo depois, namorei outras pessoas, namorei por 1 anoe 1 mes outro rapaz, mais entrei nessa sem gostar dele de verdade,como a maioria a minha volta estava começando a namorar eu também queria fazer igual, até que durou porque brigávamos muito. Ele sempre queria muita atenção de mim e como eu não gostava dele a esse ponto a gente acabava brigando muito.<br />
Depois passado algum tempo, conheci outros dois rapazes, um deles apareceu na minha vida num momento que eu não estava afim de namorar ninguém, aíacabei dispensando esse e consequentemente me arrependi muito por isso porque ele era uma pessoa que com certeza iria dar certo futuramente, hoje ele está até noivo e vai se casar.<br />
Passado algum tempo, comecei a trabalhar em um shopping e veio até mim a informação de que um bombeiro de lá teria se interessado por mim, a principio nem acreditei, ele era e é muito bonito, fiquei até surpresa. Conforme o fui conhecendo resolvemos namorar, tudo estava perfeito, ele era a pessoa com a qual eu me sentia segura e feliz, eu tinha certeza de que a gente iria ficar muito tempo juntos. Eleme levou praconhecer a familia dele e foi muito bom, porquetoda a familia dele gostava muito de mim. Com o passar do tempo, comecei a perceber que algumas mulheres ficavam dando em cima dele.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Desde meu primeiro relacionamento eu sempre fui uma pessoa muitoinsegura, ciumenta, possessiva e com o bombeiro não era diferente, conforme eu o via conversando com algumas mulheres eu ficava muito enciumada e me dava raiva, de tudo. E a partir dai comecei a mostrar meu ciumes. Eu implicava com quem ligava pra ele, implicava com o jeito que ele conversava com algumas mulheres, implicava com o fato de euquerer a atenção dele e ele não me dar, algo que realmente eu não iria ter em horário de serviço, porém pra mim ele agia assim só comigo e com os outros ele agia de outra forma. Vendo essa reação dele, eu comecei a provocar ciumes nele, comecei a conversar com homens só pra irrita-lo e ver se ele tinha alguma reação de ciumes e tal. Eu achava que se ele demonstrasse ciumes, era uma forma de dizer o quanto gostava de mim.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Ele perdeu totalmente a confiança em mim, ai que tudo piorou mesmo, a partir dai que eu acho que ele começou a se envolver com algumas mulheres, terminamos o namoro e depois voltamos a namorar novamente,só que ai ele já estava bem pior do que era. Após  isso já não adiantava tentar nada né&#8230; Sai desse relacionamento completamente arrependida e ferida, com remorso, enfim ele foi a pessoa que eu mais gostei em toda minha vida e perdi porbobeira e ciumes doentio. Me sinto muito culpada, tenho certeza que só não deu certo por causa das minhas atitudes, da minha falta de maturidade.<br />
Passado um tempo, conheci novamente outro rapaz, no inicio do nosso namoro ele era muito parecido com o bombeiro e  tudo que eu fiz de errado para o bombeiro eu fiz de certo com ele. Fiz tudo por ele e mesmo assim nãoadiantou absolutamente nada, conforme estavamos juntos fui conhecendo elemelhor e pude perceber que ele não era nada parecido com o bombeiro e sim completamente diferente, ele era infantil ,imaturo, fazia tudo errado em serviço, trabalhava do jeito que ele queria, ria e conversava demais com um fiscal que tinha lá e isso me incomodava demais, porque quando ele estava comigo ele era sério, na dele, quase não sorria&#8230;Enfim eu percebia, talvez por causa do meu ciumes doentio, que ele não gostava muito de estar comigo, não sentia muito prazer nisso. E dai em diante o desrespeito começou, a agressão verbal era constante&#8230;.</em></p>
<p><em>CONCLUSÂO: Hoje tenho 24 anos e nenhum dos meus relacionamentos dão certo, admito sim que sou ciumenta, possessiva, insegura, talvez isso deva ser uma doença, sempre que estou com alguem não penso em mim, não cuido de mim, só consigo me fixar na outra pessoa, no que a outra pessoa está fazendo ou na maneira com a qual ela está agindo. Até hoje implico com tudo,amizades da pessoa, com o jeito que meu namorado vai cumprimentar alguém e tal. Ou seja, não vivo em função da minhafelicidade e sim em função do que está acontecendo com meu namorado ou ao redor dele.<br />
Preciso muito de ajuda, sou completamente descontrolada, não consigo agir de outra forma, o ciumes me consome e me faz dele escrava. &#8211; Teresa<br />
</em></p>
<p>Teresa, lendo a sua história, fica claro que você já tomou consciência de que sua insegurança e ciúmes contribuíram para que seus relacionamentos não dessem certo e a base de todos esses sentimntos é a sua auto-estima negativa. A auto-estima é a imagem que temos de nós mesmos, se somos merecedores de cuidados e amor, não só por parte dos outros, mas de nós mesmos.</p>
<div> Quem tem uma auto-estima negativa costuma ser insegura em seus relacionamentos, não só amorosos, mas também familiares e de amizade e o ciúmes é uma consequência disso: uma tentativa de controlar o outro e mantê-lo perto de mim para que eu tenha certeza de que me ama.</div>
<div> </div>
<div>No entanto, o ciúmes não garante a segurança porque sempre fica a pergunta: &#8220;será que ele está fazendo isso porque eu quis ou porque ele me ama?&#8221; e então a insegurança volta a crescer.</div>
<div> </div>
<div>Além disso, me parece que você não se sente confortável quando seus relacionamentos estão dando certo, como se ficasse esperando o momento em que alguma coisa vai dar errado. Isso é reflexo de um padrão negativo de reconhecimento que você provavelmente aprendeu quando era criança, mas que pode ser mudado através de terapia.</div>
<div> </div>
<div>Em terapia você pode mudar sua auto-estima, deixar de ser insegura e estabelecer um padrão mais positivo de relacionamentos. Abraço.</div>
<div> </div>
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		<title>Que amor é esse?</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 18:52:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consultório Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[insegurança]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Não sei mais o que fazer.  Meu marido me despreza muito, não posso discutir relação que ele logo se irrita, me xingando palavrões horríveis; já me separei dele várias vezes; ele, quando está longe, me implora pra voltar, diz que vai mudar e eu sempre dou uma chance. Tenho um filho com ele de 3 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Não sei mais o que fazer.  Meu marido me despreza muito, não posso  discutir relação que ele logo se irrita, me xingando palavrões  horríveis; já me separei dele várias vezes; ele, quando está longe, me implora pra voltar, diz que vai mudar e eu sempre dou uma chance. Tenho  um filho com ele de 3 anos, já vivemos assim há 7 anos; larga e volta. Ele  diz que me ama; toda vez que nos separamos ele tem relacionamento com  outras mulheres, mas sempre deixa elas e vem me procurar pra voltar; diz  que não as ama como me ama; mas não sei que amor é esse; não me suporta, é  pouco tempo de tolerância. Tenho 36 anos, ele tem 29 anos. Faço de tudo pra  agradar, comidinha na mão, tudo na mão. Será  que devo desprezá &#8211; lo também?</em>&#8221; &#8211; Maria<span id="more-175"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Maria, consigo ver alguns pontos importantes na questão que você me coloca. O primeiro é  a questão de discutir a relação. A grande maioria dos homens não gosta de ficar discutindo o que tem de errado na relação, mas reage muito a uma mudança de atitude da mulher. As mulheres gostam de ficar conversando e discutindo a relação, mas muitas vezes isso não produz uma mudança de comportamento nem dela, nem dele. Comece a observar o que precisa ser mudado na sua relação, tanto da sua parte quanto da dele e cuide da sua mudança, porque a mudança dele pode ser uma consequência.</p>
<p style="text-align: justify;">Em segundo lugar, não é saudável fazer de tudo para agradar e receber em troca palavrões e maus tratos. Analise porque você faz de tudo para agradar: insegurança? Medo de perder? Carência? Esses são alguns dos motivos que fazem com que alguém faça de tudo para agradar o outro. Mas, além disso, devemos ter em mente que não é possível agradar os outros 100% do tempo, porque podemos fazer alguma coisa que nem sabíamos que o outro não ia gostar. Essa é uma grande armadilha!</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, me parece que você precisa aumentar sua auto-estima, porque toda essa insegurança está fazendo com que você viva em uma situação ruim, em que você não é reconhecida de forma positiva pelo seu companheiro. Pense que quando vocês começaram, ele gostou de você do jeito que você era, porque mudar tanto só para agradar?</p>
<p style="text-align: justify;">Você pergunta se deve desprezá-lo também e acho que essa não é a saí­da para sua situação, porque ele vai tratá-la bem para ter você de volta e todo o ciclo vai começar de novo. A melhor forma de você sair disso é começar a cuidar mais de você e não se preocupar tanto em agradá-lo, que é diferente de desprezo. Se você estiver feliz, poderá se relacionar melhor com ele e perceber qual o rumo saudável que quer que seu relacionamento tenha.</p>
<p style="text-align: justify;">Um abraço.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Você diz sim quando quer dizer não?</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 19:04:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>

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		<description><![CDATA[É muito frequente algumas pessoas sentirem dificuldade em dizer não para outras e isso pode ser uma causa importante de stress em nosso dia-dia. Essa dificuldade pode estar relacionada ao medo de desagradar o outro, para não &#8220;arrumar confusão&#8221; ou porque a outra pessoa pode ficar brava ou chateada.O primeiro sinal dessa dificuldade é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É muito frequente algumas pessoas sentirem dificuldade em dizer <em>não </em>para outras e isso pode ser uma causa importante de stress em nosso dia-dia. Essa dificuldade pode estar relacionada ao medo de desagradar o outro, para não &#8220;arrumar confusão&#8221; ou porque a outra pessoa pode ficar brava ou chateada.<span id="more-167"></span>O primeiro sinal dessa dificuldade é a culpa que sentimos quando dizemos o tão complicado <em>não </em>ou quando simplesmente pensamos em dizê-lo. A culpa pode fazer então com que você volte atrás em uma decisão ou que assuma mais compromissos do que possa dar conta. Se a dificuldade em dizer <em>não </em>for muito grande, podemos complicar nossa vida à ponto de sentir que não temos mais o controle sobre o que acontece conosco e desencadear uma depressão, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro passo a ser dado em uma situação como essa é pensar: &#8220;como eu ajo quando alguém me pede alguma coisa?&#8221; Esse pedido pode ser simples como uma ajuda para resolver um problema, para fazer um trabalho ou para emprestar um objeto ou dinheiro; ou para assumir um determinado papel dentro da família.</p>
<p style="text-align: justify;">Independentemente de qual seja o pedido é necessário avaliar se realmente estou disposto a fazer ou permitir que o outro faça o que está em questão.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas não conseguem nem perceber que dizem <em>sim </em>para tudo, o que pode ser grave. Outras percebem, mas não conseguem dizer <em>não </em>e daí é importante conhecer qual é a crença que está impedindo esse <em>não </em>de sair. Pode ser &#8220;se eu não concordar com tudo, os outros não vão gostar de mim.&#8221; ; &#8220;se eu não for prestativo, estarei sendo mal-educado&#8221;; se alguém me pedir ajuda, não posso recusar porque deve ser importante.&#8221;; ou qualquer outro pensamento que lhe ocorrer.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez que você conheça a crença que lhe impede de dizer <em>não</em>, é possível trabalhar para mudá-la, o que pode ser feito através de processos de autoconhecimento, como terapia, e treino. É muito importante treinar o <em>não</em>, primeiro com coisas simples e depois com as situações ou pessoas mais difíceis. Esse treino vai permitir que você perceba seus sentimentos e aprenda a lidar com eles.</p>
<p style="text-align: justify;">Dizer <em>não </em>quando é o que realmente se quer dizer faz bem para a auto-estima, para as relações e para evitar o stress, que o acúmulo de atividades ou de culpa podem trazer.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Promessas de ano novo</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 02:50:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[metas]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo final de ano costumamos passar pelo mesmo processo: fazer um balanço do ano que está terminando e preparar a lista de promessas para o que achamos que precisamos mudar. Esse movimento é muito positivo porque nos ajuda a ver o que podemos fazer para sermos mais felizes. No entanto, quando não sabemos transformar essas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo final de ano costumamos passar pelo mesmo processo: fazer um balanço do ano que está terminando e preparar a lista de promessas para o que achamos que precisamos mudar. Esse movimento é muito positivo porque nos ajuda a ver o que podemos fazer para sermos mais felizes. No entanto, quando não sabemos transformar essas promessas em estratégias de ação, podemos terminar o ano com uma sensação de fracasso, de mais uma vez não ter conseguido dar conta de fazer aquilo que planejamos para nós.<span id="more-160"></span></p>
<p>Então, o que fazer para chegar ao final do ano sentindo que alcançou a vitória naquilo que se propõem? A primeira atitude a tomar é perceber como você fez essa promessa. A maioria das pessoas diz: &#8220;preciso emagracer&#8221; ou &#8220;preciso estudar mais&#8221; ou &#8221; não vou mais brigar com fulano&#8221;, mas não se se dá conta de que essas frases não são metas.</p>
<p>Meta é quando estabelecemos onde iremos chegar e isso deve ser feito da forma mais detalhada possível. Pense dessa forma: quando você sai para ir a uma festa, a primeira coisa de que você se certifica é do endereço, certo? Você não entra no carro e pensa: &#8220;a festa fica mais ou menos ali, perto daquela casinha branca, depois de uma árvore baixa&#8221;, não é mesmo? Então, porque estabelecer que simplemente você precisa emagrecer? Quantos quilos? Em quanto tempo?  De que maneira?</p>
<p>Depois que você tiver definido exatamente o que você quer, comece a pensar o que você precisa mudar em você para que isso aconteça. Pense o que é que você precisa deixar de fazer para que você consiga chegar lá. Por exemplo, se sua meta é emagracer o que você precisa deixar de fazer: não comprar guloseimas no supermercado? Não ficar beliscando o tempo todo?</p>
<p>Muitas vezes, nesse momento é importante conseguir se ver na situação que você quer. Pense como seria se você já tivesse conseguido o que quer. Como você está? O que vê, sente, ouve? Nessa hora, talvez você perceba que há algum sentimento que pode estar impedindo você de atingir sua meta. Por exemplo, quando uma pessoa percebe que ao emagracer vai atrair mais a atenção das pessoas, ela pode se dar conta de que não sabe como lidar com isso. Esse sentimento pode fazer com que inconscientemente a pessoa se sabote, ou passe a perna em si mesma e acabe falhando.</p>
<p>Depois de todo esse processo ainda é preciso olhar qual a verdadeira intenção de suas promessas. Será que você quer mudar para si ou para agradar alguém? Ao fazer essa mudança que benefícios você terá? Uma mudança feita para os outros pode fazer com que você seja feliz com ela por um tempo, mas é muito difícil de ser sustentada.</p>
<p>Portanto, retome sua lista de promessas e desejos para o ano que está ainda inciando e analise cuidadosamente esses objetivos. Se eles ainda não forem uma meta, transforme-os e termine o ano com um balanço positivo. Caso perceba alguma dificuldade ou  se você já se sabotou outras vezes a terapia pode ser uma ótima forma de encontrar novos caminhos.</p>
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		<title>Estou no meio de uma briga. O que fazer?</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 16:22:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consultório Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[briga]]></category>
		<category><![CDATA[inveja]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Tenho dois amigos homossexuais que estão com alguns problemas. Tudo o que acontece com eles, cada um vem reclamar comigo. Um começa a falar mal do outro: o Fulano fala mal do Beltrano e o Beltrano fala mal do Fulano e eu fico entre eles. Cada um vem pedir conselhos para mim e não sei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Tenho dois amigos homossexuais que estão com alguns problemas. Tudo o que acontece com eles, cada um vem reclamar comigo. Um começa a falar mal do outro: o Fulano fala mal do Beltrano e o Beltrano fala mal do Fulano e eu fico entre eles. Cada um vem pedir conselhos para mim e não sei como agir diante de tanta falação. Um deles disse que queria ser igual a mim. Será que tudo isso é inveja?&#8221; &#8211; Itamar<span id="more-156"></span></p></blockquote>
<p>Resposta: A primeira pergunta que me vem à cabeça quando leio sua pergunta é: por que você ainda não colocou um limite para essa situação? Por que não disse para os dois que não quer mais escutar a &#8220;falação&#8221; deles? Penso que pode haver dois motivos.</p>
<p>O primeiro estaria em uma dificuldade sua de se colocar e desagradar os outros. Quando nos posicionamos e dizemos para o outro que não queremos mais fazer parte da &#8220;brincadeira&#8221;, este pode ficar chateado. Se eu não posso desagradar os outros ou me ensinaram que tenho que ser bonzinho, eu é que estou me desagrando e passando por cima dos meus limites.</p>
<p>O segundo motivo pode ser o fato de que, sem se dar conta,você acaba sendo alvo de muita atenção e de admiração, tanto que um deles até diz que gostaria de ser igual à você, o que não me parece ser inveja, mas sim um jeito de manter você dentro desta situação.</p>
<p>Quando eles vem reclamar para você, estão evitando entrar em contato com eles mesmos e revolver a situação deles. Colocam para fora suas raivas, mas acabam não brigando um com o outro. Então cabe a você pensar se está disposto  a se manter no meio deste conflito, ou dizer que não quer mais participar deste jogo e procurar estabelecer uma forma mais saudável de se relacionar com seus amigos.</p>
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		<title>Nosso sentimento é especial?</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 03:11:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consultório Virtual]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Eu conheci um rapaz há 5 anos em um baile de forró e nós dois adoramos dançar juntos. A nossa química combina em um grau que irradia a todos os presentes, é algo mágico e além disso combinamos na parte sexual também (quer dizer, ultimamente esta parte restou apenas por mim). Mas, mesmo assim ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Eu conheci um rapaz há 5 anos em um baile de forró e nós dois adoramos dançar juntos. A nossa química combina em um grau que irradia a todos os presentes, é algo mágico e além disso combinamos na parte sexual também (quer dizer, ultimamente esta parte restou apenas por mim). Mas, mesmo assim ele tem muito carinho por mim e se sente excitado quando me vê. Tenho um pensamento fixo por ele, durmo pensando nele e acordo também com o pensamento fixo. Isto dura por meio de umas 8 horas no dia depois desaparece e as vezes  tenho dificuldade em voltar a ter as lembranças dele. Já contei pro meu psiquiatra e ele não diagnosticou como doença e sim como amor ou paixão. Mas, acho que é um distúrbio emocional, tenho várias explicações mas, nenhuma ainda me convenceu. Quero me curar deste sentimento pois me causa 30% de bem estar e os outros 70% de mal estar. Nossas raízes são muito diferentes: ele é nordestino e eu sou paulistana. Nossos costumes culturais são um choque e mesmo assim fico passando por cima de tudo isto.<span id="more-152"></span><br />
Ele é um rapaz separado, tem um filho de 9 anos que cuida sozinho desde os 2 meses, é super carinhoso com o filho, coloca o filho acima de tudo e também é híper afetuoso, (acredito que esteja aí meu apego) porque não tive isto nem de pai, nem de mãe, nem de ex marido e meu ex também não foi assim para os meus filhos. Se isto for realmente a explicação deste meu sentimento por ele, o que devo fazer pra me curar?<br />
Acredita que ele sai com várias ficantes e eu não me incomodo porque analiso que se faz isto é porque não quer se prender a ninguém porque ainda não encontrou a que realmente quer e, se faz na minha frente mas me quer, é uma forma de me fazer reagir e eu não questiono nada, ainda mais levando-se em conta que desde que nos conhecemos estamos neste impasse e as outras mulheres com quem ele já se envolveu passam e não voltam à vida dele.<br />
Eis a questão: o nosso sentimento é muito especial, ou não? As outras mulheres são mais espertas, sãs, desencanadas que eu ou, pra ele, elas não marcam em sua vida ???&#8221;- Rosana<!--more--></p></blockquote>
<p>Resposta: Você coloca uma questão muito importante em sua questão &#8211; como avaliar se o que sentimos pelo outro é saudável e deve ser mantido. Pelo seu relato posso perceber que vocês gostam de passar momentos juntos e que há uma atração mútua, mas não há o desejo das duas partes em transformar esse vínculo em um relacionamento mais profundo. Ele pode procurar você porque sabe que você gosta dele e ter dificuldade em romper definitivamente porque pensa que você irá sofrer. Por outro lado, você não consegue se afastar dele, mesmo sabendo que suas diferenças são muito grandes porque recebe alguma forma de afeto, que você mesma diz que não teve de nenhuma das figuras de importância em sua vida.</p>
<p>Se fizermos uma comparação com uma compulsão por algo que nos traz um prazer momentâneo, como comer, comprar, beber ou usar drogas, podemos ver que todas essas coisas trazem o prazer, a fixação pelo assunto (a pessoa não consegue parar de pensar no assunto durante uma boa parte do dia), mas no final o que sobra é o desprazer, seja por culpa ou porque essas coisas não são suficientes para &#8220;tampar o buraco&#8221; emocional que fica. No seu caso, essa relação te faz bem por alguns momentos, mas como não é suficiente, você fica com vontade de ter sempre mais. E, não se importa de dividi-lo com outras porque sabe que se brigar com ele talvez não o tenha mais.</p>
<p>Um relacionamento saudável precisa de pessoas que tem os mesmos objetivos, expectativas, desejos e  valores compatíveis (não necessariamente iguais). E deve ser mantido quando se sente que o afeto que o outro dá é suficiente. No entanto, ninguém é capaz de suprir sozinho todas as necessidades emocionais de outra pessoa, então você precisa avaliar de onde você pode obter o afeto e o reconhecimento de que precisa (amigos, trabalho, família, cuidados consigo mesma, hobbies, etc). Pode ser que você tenha aprendido um padrão de pouco afeto e isso faça com que você se &#8220;contente com pouco&#8221;, mas esse tipo de padrão fará com que você empobreça emocionalmente, porque todo ser humano tem o potencial de dar e receber afeto em abundância. Talvez você precise aprender como aceitar um afeto de melhor qualidade e quantidade e um processo terapêutico pode ajudá-la nisso.</p>
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		<title>Ciúmes e isolamento</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 03:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consultório Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[reconhecimento]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Estou passando por um momento difícil em minha vida. Casei com 16 anos, hoje tenho 18 anos, meu namorido tem muito ciúmes de mim, não deixa eu sair pra lugar nenhum e nem falar com ninguém. Briga comigo por tudo, eu já não aguento mais isso! Só penso em me matar e nada além disso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Estou passando por um momento difícil em minha vida. Casei com 16 anos, hoje tenho 18 anos, meu namorido tem muito ciúmes de mim, não deixa eu sair pra lugar nenhum e nem falar com ninguém. Briga comigo por tudo, eu já não aguento mais isso! Só penso em me matar e nada além disso vem em minha cabeça. Eu já tou cheia de tudo e de todos, tenho vontade de sair matando todo MUNDOOO. Tenho raiva quando alguém não está do meu lado. Meu namorido só sabe me julgar, nunca está ao meu lado e isso me mata por dentro. Quero ajuda pq já não aguento mais isso. Estou muito sozinha, não tenho com quem desabafar. Procurei um site pra ver se passa minha vontade de sumir do mundo e quero AJUDA PQ JÁ NÃO ESTOU TÃO FELIZ EM MINHA VIIDAAAAAAAA! Triste pra mim é POUKOO =/&#8221; &#8211; Juliana<span id="more-147"></span></p></blockquote>
<p>Resposta: A depressão pode assumir várias formas, algumas mais marcantes como a da pessoa que não quer sair, ou comer e outras que podem ser decorrentes de um isolamento muito grande e esse parece ser o seu caso. Pelo seu relato, pode-se ver que você não anda se relacionando com muitas pessoas, porque seu &#8220;namorido&#8221; não gosta ou não deixa. Você trabalha, estuda ou só se relaciona com ele? Vocês passam o tempo todo juntos?</p>
<p>Há muitos estudos que mostram a relação entre isolamento social e depressão, porque todo ser humano precisa do reconhecimento de outros (afeto, carinho, conversas, entre outros). Pelo que você diz, me parece que o tipo de reconhecimento que você recebe é muito negativo (julgamentos, críticas) e isso só faz piorar seu quadro. Podemos receber dois tipos de reconhecimento, positivo e negativo. O positivo é aquele que faz com que nos sintamos bem, como um carinho, um elogio ou encorajamento. O negativo é o que faz com que nos sintamos mal, como uma crítica, uma briga.</p>
<p>O que acontece muitas vezes é que quando não temos o reconhecimento positivo, passamos a buscar o negativo como uma forma de nos mantermos abastecidos de alguma coisa, mesmo que ruim, o que com o passar do tempo pode levar a um comprometimento de nossa auto-estima e depressão, onde sentimos que a vida não vale mais a pena.</p>
<p>Quando nos limitamos a receber atenção de uma só pessoa, o que acontece é que passamos a exigir demais dela, o que transforma essa tarefa em algo muito difícil de se levar adiante e as brigas começam a surgir. Por isso, é muito importante que cada indivíduo dentro de um relacionamento tenha &#8220;vida própria&#8221;, como uma forma de manter o relacionamento saudável: amigos, interesses pessoais, momentos para se estar sozinho.</p>
<p>Outro aspecto que me chama atenção é o que fez você se casar tão jovem? Ele já mostrava esses sinais de ciúmes antes de você se casarem? O que acontece que você não consegue se posicionar e acaba fazendo as coisas do jeito que ele quer? Será que você sente não consegue encontrar outra pessoa com quem se relacionar. Todos tem direto de ter relacionamentos saudáveis para ambos, sem que a vontade de um se sobreponha a do outro o tempo todo. Pense o que é que está faltando para que você consiga mudar essa situação e busque auxílio terapêutico para conseguir um suporte.</p>
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		<title>Psioríase e relacionamento</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 02:38:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consultório Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[psicossomática]]></category>
		<category><![CDATA[psioríase]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Tenho 43 anos, sou casada há 13 anos, meu marido bebe muito, tenho uma vida complicada com filhos, marido. Há 3 anos surgiu uma doença em mim, psioríase, desde então o meu relacionamento vem cada dia pior, pois tenho vergonha de ficar com o meu marido, ele fala que não se importa, mas sinto cada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Tenho 43 anos, sou casada há 13 anos, meu marido bebe muito, tenho uma vida complicada com filhos, marido. Há 3 anos surgiu uma doença em mim, psioríase, desde então o meu relacionamento vem cada dia pior, pois tenho vergonha de ficar com o meu marido, ele fala que não se importa, mas sinto cada dia que passa rejeitada. As brigas aumentaram e ele não entende. Às vezes tenho vontade de sumir ou me matar. Sinto-me a pior mulher do mundo. Não sei mais o que fazer. Meu marido liga para mim só aos gritos, deixou de ser atencioso e não se importa mais comigo. Estão todos contra mim. Por motivo do meu estado nervoso não tenho mais vontade de ficar com ele. Ele não me entende de forma alguma. O que eu faço, me ajude por favor.&#8221;- Maria<span id="more-142"></span></p></blockquote>
<p>Resposta: Acredito que há dois aspectos importantes em sua questão. O primeiro diz respeito à doença que você tem e o segundo à mudança decorrente dela em seu relacionamento. A psioríase pode ser considerada uma doença psicossomática ou ser desencadeada por fatores emocionais, como stress ou um trauma, por isso é importante que juntamente com o tratamento com o dermatologista você faça acompanhamento psicológico. As doenças psicossomáticas muitas vezes revelam que há emoções que não conseguimos entrar em contato ou expressar, o que me faz pensar que dentro de sua vida complicada entre marido e filhos, você pode ter deixado suas emoções de lado.</p>
<p>Além disso, por ser uma doença que causa feridas na pele e estas ficam aparentes há a vergonha do que os outros vão pensar, além do medo de que isso possa ser contagioso. A psioríase não é contagiosa e pode ser tratada! No entanto, pelo seu relato ela já afetou sua auto-estima e seus relacionamentos, principalmente com seu marido. Se o relacionamento de vocês já era difícil, o seu distanciamento pode ter feito ele se sentir rejeitado e com isso passar a rejeitar você.</p>
<p>Há uma frase que resume a idéia de Reconhecimento em Análise Transacional que diz: &#8220;mais vale um beijo do um tapa, mas mais vale um tapa do a indiferença&#8221;. Isso significa que a única coisa com a qual o ser humano não consegue conviver é a indiferença e para sair dela ele pode buscar carinho ou brigas. As brigas entre as pessoas podem muitas vezes ser uma forma (negativa) de se conseguir atenção. Será que não é isso que está acontecendo no seu casamento?</p>
<p>A primeira coisa que você deve trabalhar é sua auto-estima reconhecendo que você ainda é uma mulher merecedora de amor, não importando a doença que você tem. Segundo é poder trabalhar o afeto dentro de seu relacionamento, se aproximando novamente de seu marido e mostrando que você ainda gosta dele, se for esse o caso.</p>
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		<title>Eu me amo?</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 17:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[auto-estima]]></category>

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		<description><![CDATA[É muito comum nos dias de hoje, ouvirmos falar sobre auto-estima. &#8220;Fulano tem auto-estima baixa&#8221; é uma frase que qualquer um já escutou em qualquer reunião social. Mas, o que é auto-estima e por que ela é tão importante? A auto-estima é a imagem que uma pessoa tem se si mesma, ou seja com ela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É muito comum nos dias de hoje, ouvirmos falar sobre auto-estima. &#8220;Fulano tem auto-estima baixa&#8221; é uma frase que qualquer um já escutou em qualquer reunião social. Mas, o que é auto-estima e por que ela é tão importante?<span id="more-128"></span></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-22" title="amor" src="http://www.psicologasabrinapatto.com/wordpress/wp-content/uploads/2009/10/images.jpeg" border="2" alt="amor" width="120" height="81" />A auto-estima é a imagem que uma pessoa tem se si mesma, ou seja com ela se vê diante dos outros e o que ela acredita que ela é. Podemos perceber como é a auto-estima de uma pessoa através do que ela pensa a seu respeito: &#8220;sou inteligente/sou burro&#8221;, &#8220;sou capaz/incapaz&#8221;, &#8220;sou bonito/feio&#8221; ou ainda &#8220;os outros fazem tudo melhor do que eu&#8221;.</p>
<p>Além de pensamentos, podemos ver alguns sentimentos que aparecem associados à auto-estima: orgulho/vergonha, triunfo/desespero. E ainda, alguns comportamentos: assertividade/timidez, confiança/medo.</p>
<p>Normalmente, um indivíduo &#8220;decide&#8221; sua auto-estima muito cedo, baseado em suas experiências infantis, mas como nem sempre a criança tem compreensão da realidade que a cerca, ela pode decidir que não é importante ou boa o suficiente, apenas porque não consegue fazer o que os mais velhos fazem, ou por que foi ridicularizada por isso.</p>
<p>Portanto, uma baixa  auto-estima pode interferir em todos os aspectos da vida de uma pessoa, como relacionamentos, amizades, vida profissional, de modo a limitar o potencial de sucesso e felicidade que qualquer indivíduo tem.</p>
<p>Quando se trabalha em terapia questões relacionadas à auto-estima, pode-se trabalhar com diferentes aspectos, como:</p>
<p><strong>Autoaceitação</strong>, que é ter  uma postura positiva com relação a si mesmo. É estar satisfeito e de acordo consigo mesmo, respeitando a si próprio, e se sentir em casa no próprio corpo;</p>
<p><strong>Autoconfiança</strong>, que é  uma postura positiva com relação às próprias capacidades e desempenho. Inclui as convicções de saber e conseguir fazer alguma coisa, de fazê-lo bem, de conseguir alcançar alguma coisa, de suportar as dificuldades e de poder prescindir de algo;</p>
<p><strong>Competência social</strong>, que é a experiência de ser capaz de fazer contatos. Inclui saber lidar com outras pessoas, sentir-se capaz de lidar com situações difíceis, ter reações flexíveis, conseguir sentir a ressonância social dos próprios atos, saber regular a distância-proximidade com outras pessoas;</p>
<p><strong>Rede social</strong>, que é estar ligado em uma rede de relacionamentos positivos. Inclui uma relação satisfatória com o parceiro e com a família, ter amigos, poder contar com eles e estar à disposição deles, ser importante para outras pessoas.</p>
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		<title>Questão de auto-estima?</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 16:28:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consultório Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Eu ando com vontade de ficar escondida de gente. Não gosto e nunca gostei de multidão. Acho que as pessoas vão sempre me julgar, analisar. Detesto que me olhem. Parece que quando saio vou ser julgada. Tenho medo de ser desprezada por pessoas que não conheço. Se brigo em qualquer lugar e sou reprovada, faço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Eu ando com vontade de ficar escondida de gente. Não gosto e nunca gostei de multidão. Acho que as pessoas vão sempre me julgar, analisar. Detesto que me olhem. Parece que quando saio vou ser julgada. Tenho medo de ser desprezada por pessoas que não conheço. Se brigo em qualquer lugar e sou reprovada, faço algo errado, fico péssima, me sinto um lixo e insegura. Mesmo quando minha vida está perfeita, logo vem um pensamento assim e diz &#8220;o que adianta ter tudo, se ninguém sabe ou vê&#8221;. Por favor, me ajude. Não quero viver assim, não dou conta. Faço análise há 8 anos e minha terapeuta diz que fui humilhada quando pequena, só isso. Me ajude, por favor.&#8221; &#8211; Antonia<span id="more-124"></span></p></blockquote>
<p style="text-align: left;">
<p><img class="size-thumbnail wp-image-134 alignleft" title="Auto Estima" src="http://www.psicologasabrinapatto.com/wordpress/wp-content/uploads/2009/10/AUTO_ESTIMA-120x120.jpg" alt="Auto estima por psicóloga Sabrina Patto" width="120" height="120" /></p>
<p>Resposta: Realmente, você passa a impressão de ter recebido mensagens muito severas quando era criança e talvez ter se sentido muito humilhada com isso. Hoje, isso pode estar se refletindo como uma auto-estima baixa e uma crítica interna muito grande o que pode estar te levando a um quadro depressivo.</p>
<p style="text-align: left;">Você provavelmente não aprendeu um padrão positivo de <a href="http://www.psicologasabrinapatto.com/wordpress/?p=8" target="_blank">reconhecimento</a>, o que faz você se sentir mal consigo própria e por isso se sente julgada, analisada e com medo de ser desprezada pelos outros. Mas, muitas vezes você deve fazer algo, como brigar, para no final receber uma reprovação e confirmar que você faz tudo errado.</p>
<p style="text-align: left;">Esse tipo de atitude é o que chamamos de jogo psicológico, que são situações repetitivas que são vividas em diferentes contextos, para confirmar o que penso e sinto a meu respeito e a respeito dos outros. Você não se acha merecedora de atenção, de elogios ou reconhecimento.</p>
<p style="text-align: left;">O primeiro passo para mudar essa situação é trabalhar sua <a href="http://www.psicologasabrinapatto.com/wordpress/?p=128" target="_blank">auto-estima</a>, reconhecendo que você é um indivíduo de qualidades e não só de defeitos. O segundo passo, é perceber como você é crítica consigo mesma e provavelmente com os outros e adotar uma nova postura. Estar próxima de pessoas que não são críticas pode ajudá-la a encontrar um modelo de como fazer isso.</p>
<p style="text-align: left;">Por fim, é importante que você aprenda a se elogiar, a se reconhecer e a comemorar as vitórias que você tem. Seu foco deve ser sempre o que você tem de bom!</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #ff0000;">Atenção: As respostas fornecidas nesta seção não substituem o processo terapêutico e  devem ser entendidas como um direcionamento, que pode não abranger a complexidade da situação vivida, uma vez que as informações obtidas das perguntas são restritas. Os nomes serão trocados para proteger a identidade dos participantes.</span></p>
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tenho um parente doente. E agora?</title>
		<link>http://www.psicologasabrinapatto.com/wordpress/tenho-um-parente-doente-e-agora/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 04:42:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consultório Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[luto]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Há dois anos o meu pai sofreu um AVC e ficou inválido e sem fala. No início eu tinha bom ânimo, pois pensava que ele se recuperaria, ficaria curado e as coisas seriam melhores do que antes, parei de trabalhar para ajudá-lo, mas ele não melhorou. E o pior é que passei a ter maus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Há dois anos o meu pai sofreu um AVC e ficou inválido e sem fala. No início eu tinha bom ânimo, pois pensava que ele se recuperaria, ficaria curado e as coisas seriam melhores do que antes, parei de trabalhar para ajudá-lo, mas ele não melhorou. E o pior é que passei a ter maus pensamentos e a ficar imaginando coisas ruins constantemente, como por exemplo: que podemos morrer a qualquer momento e também, o que acontece com o corpo depois da morte (apodrece, é ¨comido por vermes&#8221; e se decompõe) e estas e outras coisas faz com que eu me sinta mal. O que devo fazer para resolver este problema?&#8221; &#8211; Cláudio<span id="more-109"></span></p></blockquote>
<p>Resposta: O papel de cuidador de um ente querido é um dos mais difíceis que existem, não só pela tarefa de acompanhar uma pessoa que amamos em uma situação de sofrimento, como pelos sentimentos conflitantes que ela desperta. É normal que, por pior que seja o quadro, tenhamos a esperança de ver a doença se curar e tudo voltar ao que era antes. Essa esperança foi o que fez você, por exemplo, deixar seu emprego, por acreditar que a doença de seu pai seria passageira.</p>
<p>Conforme você foi percebendo que ele não iria melhorar, você provavelmente entrou em contato com o sentimento de perda, de luto pelo seu pai e com a necessidade de aceitar sua morte. Ao entrar em contato com a morte de alguém próximo, entramos também em contato com nossa própria mortalidade e é normal que tenhamos medo de morrer e muitas vezes pensemos como e quando isso vai acontecer.</p>
<p>No entanto, como ele ainda está aos seus cuidados, pensar em morte provavelmente desperta um sentimento de culpa, de que isso é errado e que você deveria estar preocupado em ajudá-lo. Porém,  muitas vezes quem cuida também precisa de cuidados, pois ao abrir mão de vários aspectos de sua própria vida surge o sentimento de solidão, desânimo, abandono pelos outros e frustração.</p>
<p>Quais são suas atividades hoje, além de cuidar do seu pai? Você diz que parou de trabalhar para ajudá-lo, isso ainda é uma realidade? Você divide essa tarefa com outras pessoas (irmãos, outros parentes, ou enfermeiras)? O que você tem feito por si próprio? Conversa sobre seus sentimentos com alguém próximo?</p>
<p>Você faz algo para se divertir? Muitas vezes, quem assume o cuidado de um parente não se sente no direito de se divertir e cuidar de aspectos da própria vida pode trazer grandes sentimentos de culpa. Talvez você precise de ajuda para aprender a lidar com os seus sentimentos a respeito da sua situação atual e de seus planos para o futuro.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">Atenção: As respostas fornecidas nesta seção não substituem o processo terapêutico e  devem ser entendidas como um direcionamento, que pode não abranger a complexidade da situação vivida, uma vez que as informações obtidas das perguntas são restritas. Os nomes serão trocados para proteger a identidade dos participantes.</span></p>
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		<title>Pânico: Como ajudar?</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 19:16:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consultório Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[pânico]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Minha mãe sofre de depressão e síndrome do pânico. Gostaria de saber qual seria uma postura recomendável para ajudá-la quando ocorrem as crises de pânico. O momento de mais tensão é quando ela tem crises sozinha em casa e no ápice da crise me liga desesperada. Qual seria uma abordagem interessante para tentar acalmá-la por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Minha mãe sofre de depressão e síndrome do pânico. Gostaria de saber qual seria uma postura recomendável para ajudá-la quando ocorrem as crises de pânico. O momento de mais tensão é quando ela tem crises sozinha em casa e no ápice da crise me liga desesperada. Qual seria uma abordagem interessante para tentar acalmá-la por telefone?&#8221; &#8211; Juliana<span id="more-89"></span></p></blockquote>
<p>Resposta: A primeira pergunta que eu lhe faria é se sua mãe faz algum tratamento com psiquiatra ou psicólogo, porque muitas vezes as pessoas acreditam que podem controlar seus sintomas por conta própria e acabam envolvendo e mudando a rotina de todos os que convivem com ela.</p>
<p>Uma crise de pânico é extremamente assustadora tanto para quem tem como para quem assiste. Taquicardia, suor, sensação de falta de controle das pernas e principalmente pensamentos e sensação de morte iminente são comuns nesse quadro. Para quem está perto fica o desespero de tentar ajudar&#8230;</p>
<p>Se estando perto já é difícil, de longe e por telefone parece realmente impossível. A melhor maneira de agir nessa hora é trabalhar junto com sua mãe o ritmo da respiração. Peça para que ela se sente e respire profundamente junto com ela por alguns minutos. Tente manter a calma, porque apesar da sensação, não há um perigo real de morte envolvido (a não ser que haja problemas cardíacos comprovados).</p>
<p>Procure conversar com ela sobre o que ela estava fazendo antes da crise, para tentar estabelecer uma conexão, ou acontecimento que poderia ter disparado a situação. Mas, o mais importante é que vocês procurem ajuda especializada, porque apesar de amar sua mãe, você não pode se responsabilizar pelos seus cuidados.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">Atenção: As respostas fornecidas nesta seção não substituem o processo terapêutico e  devem ser entendidas como um direcionamento, que pode não abranger a complexidade da situação vivida, uma vez que as informações obtidas das perguntas são restritas. Os nomes serão trocados para proteger a identidade dos participantes.</span></p>
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		<title>Será que é inveja?</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 05:37:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consultório Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[duvida]]></category>
		<category><![CDATA[inveja]]></category>
		<category><![CDATA[reconhecimento]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Eu tenho uma irmã, 4 anos mais velha que eu e ultimamente as atitudes dela tem me chateado por alguns motivos. Eu sempre tive muita facilidade pra me comunicar e fazer novas amizades, contudo ela não é parecida comigo, isso faz com que ela sempre tente me prejudicar, principalmente na frente da minha mãe, a qual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Eu tenho uma irmã, 4 anos mais velha que eu e ultimamente as atitudes dela tem me chateado por alguns motivos.<br />
Eu sempre tive muita facilidade pra me comunicar e fazer novas amizades, contudo ela não é parecida comigo, isso faz com que ela sempre tente me prejudicar, principalmente na frente da minha mãe, a qual minha relação já é conturbada, sem motivos aparentes.<br />
Diversas vezes ela contou coisas com o intuito de me prejudicar ou me magoar, gostaria de saber porque esse comportamento tão ofensivo, será que é inveja por parte dela? Que atitude devo tomar quando isso ocorre? &#8211; Isabela &#8211; 17 anos&#8221;<span id="more-68"></span></p></blockquote>
<p>Resposta: A primeira impressão que tenho quando leio sua pergunta e porque sua irmã sabe coisas sobre você que podem ser contadas para sua mãe?  Será que na tentativa de ter um bom relacionamento com ela, você divida coisas de sua intimidade? Muitas vezes, aprendemos que em casa podemos ser nós mesmos e acabamos dividindo emoções e histórias que pai, mãe ou irmãos não sabem lidar, porque atingem um ponto fraco deles.</p>
<p>Você diz que sua irmã não é comunicativa como você, o que me dá a ideia de que você é muito reconhecida por esse traço. E sua mãe, é mais parecida com você ou com ela? Me parece que ela busca a aliança de sua mãe para se sentir melhor, ou reconhecida, porque ela sabe que você será censurada por ela. Isso traz para ela um sentimento de superioridade efêmero, ou seja, rapidamente ela voltará a se sentir mal, porque você conseguirá o <a href="http://www.psicologasabrinapatto.com/wordpress/?p=8" target="_blank">reconhecimento </a>que precisa novamente de outras pessoas. Desse ponto de vista, podemos dizer que o que ela sente é inveja, porque ela quer algo que você tem. Será que ela não gostaria de ter mais de sua atenção? Vocês fazem alguma coisa juntas?</p>
<p>Quando ela disser algo que te magoe, experimente dizer a ela que você prefere ter outro tipo de relação com ela, que você não vai admitir que ela continue te magoando e encerre a conversa. Caso ela conte algo para sua mãe e ela venha brigar com você, conte sua versão da história e mostre como sua irmã conta as coisas para fazer você ficar &#8220;mal na foto&#8221;. Mas, principalmente não deixe que tudo isso faça você sentir que há algo de errado com você, ou com seu jeito de ser. Não mude seu estilo comunicativo, nem se isole para fazer com ela pare, porque isso só vai te prejudicar.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">Atenção: As respostas fornecidas nesta seção não substituem o processo terapêutico e  devem ser entendidas como um direcionamento, que pode não abranger a complexidade da situação vivida, uma vez que as informações obtidas das perguntas são restritas. Os nomes serão trocados para proteger a identidade dos participantes.</span></p>
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		<title>Por que fazer terapia?</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 04:32:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[ciúmes]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Eric Berne]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>

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		<description><![CDATA[“Todos nascemos príncipes e princesas. Escutamos uma bruxaria, acreditamos nela e nos tornamos sapos.” &#8211; Eric Berne. Com esta frase poderosa de Eric Berne, podemos entender que nossa vida está sempre mudando e muitas vezes, não podemos controlar e nem compreender sozinhos estas mudanças. Ao viver situações problemáticas, repetitivas ou de crise você pode não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Todos nascemos príncipes e princesas. Escutamos uma bruxaria, acreditamos nela e nos tornamos sapos.” &#8211; Eric Berne.<span id="more-62"></span></p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-29" title="shapeimage_2-1" src="http://www.psicologasabrinapatto.com/wordpress/wp-content/uploads/2009/10/shapeimage_2-1-150x135.png" alt="shapeimage_2-1" width="120" height="108" />Com esta frase poderosa de <a href="http://www.google.com.br/search?q=Eric+Berne" target="_blank">Eric Berne</a>, podemos entender que nossa vida está sempre mudando e muitas vezes, não podemos controlar e nem compreender sozinhos estas mudanças. Ao viver situações problemáticas, repetitivas ou de crise você pode não ter as ferramentas necessárias para lidar com elas da melhor forma possível.<br />
Crise é uma oportunidade de mudança, mas exige auto-conhecimento, ou seja a capacidade de enxergar seu papel dentro destas situações. A terapia funciona neste momento como a melhor alternativa para que isso ocorra. Através de várias técnicas, a psicoterapia traz a você uma nova visão sobre os seus problemas vividos e novas ferramentas de ação de mudança de seus padrões emocionais, ampliando seu verdadeiro potencial positivo.</p>
<p>Outras situações em que a terapia ajuda<br />
◦    Dificuldades de relacionamento, ciúmes, depedência, carência.<br />
◦    Dificuldades emocionais: variações de humor, irritabilidade.<br />
◦    Doenças ou sintomas físicos que não encontram motivo aparente.<br />
◦    Momentos de grandes mudanças de vida, luto, perdas e frustações.<br />
◦    Novos papéis pessoais e profissionais assumidos.<br />
◦    Gravidez e maternidade.</p>
<p>Para se buscar terapia, não é que preciso que haja um grande sofrimento ou que você esteja “louco”, basta querer conhecer-se mais, aprimorar o que você tem de melhor, desfrutar de uma vida mais feliz, trabalhar alguns defeitos ou dificuldades para atingir seu verdadeiro potencial de sucesso e bons relacionamentos pessoais e profissionais.</p>
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		<title>Voce é um Vencedor?</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 20:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Vencer]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sabia que todos nascemos para vencer? Isso não é só papo de livro de auto-ajuda&#8230;Cada pessoa possui suas próprias e únicas potencialidades. Capacidades que podem ser aperfeiçoadas e defeitos que podem ser trabalhados para não virarem limitações. Mas, o que é um Vencedor? Realmente, não estamos falando daquele que derrota outra pessoa, mas sim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que todos nascemos para vencer? Isso não é só papo de livro de auto-ajuda&#8230;<span id="more-40"></span>Cada pessoa possui suas próprias e únicas potencialidades. Capacidades que podem ser aperfeiçoadas e defeitos que podem ser trabalhados para não virarem limitações. Mas, o que é um Vencedor? Realmente, não estamos falando daquele que derrota outra pessoa, mas sim de quem conhece a si mesmo, tem consciência de sua singularidade como indivíduo e por isso pode ser importante para si e para os outros; e principalmente aquele que mantém a confiança em si mesmo e assume a responsabilidade de sua própria vida.<br />
Um vencedor é aquele que sabe que tudo tem seu tempo: hora para estar junto e para se estar só; hora para lutar e para amar; hora para brincar e para trabalhar; hora para falar e para calar; hora para apressar e para esperar.<br />
Um Vencedor não atinge sua segurança controlando os outros e não se predispõe a perder.</p>
<p>Todos temos aspectos vencedores em nossa vida. Alguns no trabalho, outros nos relacionamentos pessoais, outros com os filhos, outros com os amigos. No entanto, será que há algum aspecto perdedor em você, que pode ser mudado?<br />
Um perdedor é aquele que está muito preso ao passado ou muito preocupado com o futuro, se tornando ansioso e não estando atento ao que acontece consigo no presente. Um perdedor é aquele que responsabiliza acontecimentos ou outras pessoas pelo rumo que suas vidas tomaram, ficando impotentes para mudar.  Pensamentos como &#8220;se ao menos eu tivesse casado com ele&#8230;&#8221; ou &#8220;quando sair de casa serei feliz&#8221; ou &#8220;e se não gostarem de mim&#8221; são exemplos da forma como um perdedor pensa. Medo de coisas novas e dificuldade de dar e receber atenção também são sinais de alerta.<br />
Faça o seguinte exercício, extraído do livro &#8220;Nacido para vencer&#8221; de James e Jongeward para refeletir sobre traços de vencedor ou perdedor que você tem em sua vida.<br />
Faça um visto nos traços que estiverem de acordo com a imagem que faz de você e um (X) nos que não estivem de acordo. Ponha uma interrogação (?) para os que você não tem certeza.</p>
<p>- gosto de mim mesmo<br />
- sinto medo ou sou ferido pelos outros<br />
- ninguém confia em mim<br />
- faço boa figura<br />
- geralmente digo a coisa certa<br />
- tenho pena de mim<br />
- temo o futuro<br />
- dependo das idéias alheias<br />
- desperdiço meu tempo<br />
- uso meu talento<br />
- penso sozinho<br />
- conheço meus sentimentos<br />
- não me entendo<br />
- sinto-me encurralado<br />
- emprego bem o tempo<br />
- não consigo ficar em um emprego<br />
- confio em mim mesmo<br />
- geralmente digo a coisa errada<br />
- gosto das pessoas<br />
- não gosto de ser do meu sexo<br />
- tenho medo da vida<br />
- não gosto de gente em volta<br />
- não desenvolvi minhas qualidades<br />
- gosto de ser do meu sexo<br />
- geralmente faço o que não devo<br />
- envolvo-me com os problemas da comunidade<br />
- as pessoas gostam da minha companhia<br />
- sou competente no trabalho<br />
- as pessoas me evitam<br />
- não me interesso pelos problemas da comunidade<br />
- gosto do trabalho<br />
- gosto da natureza<br />
- detesto o trabalho<br />
- sei controlar-me<br />
- gosto da vida<br />
- não consigo me controlar<br />
- não gosto de mim mesmo</p>
<p>Agora examine os traços que assinalou. Eles revelam algum tipo? São traços de vencedor, perdedor ou mistos? Quais traços gostaria de mudar?</p>
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		<title>O que eu vou ser quando crescer?</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 06:42:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orientação Vocacional]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[O momento de escolha de uma carreira é muito importante na vida de um jovem. Decidir o que fazer para “ o resto da vida” é uma responsabilidade enorme que surge em um estágio de vida bastante conturbado.É nessa hora que um profissional pode ajudar o adolescente a pensar em sua carreira e entender as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O momento de escolha de uma carreira é muito importante na vida de um jovem. Decidir o que fazer para “ o resto da vida” é uma responsabilidade enorme que surge em um estágio de vida bastante conturbado.<span id="more-20"></span><img class="alignleft size-full wp-image-34" title="shapeimage_3-2" src="http://www.psicologasabrinapatto.com/wordpress/wp-content/uploads/2009/10/shapeimage_3-2.png" alt="shapeimage_3-2" width="160" height="136" />É nessa hora que um profissional pode ajudar o adolescente a pensar em sua carreira e entender as motivações de sua escolha para que esta seja consciente e livre de conflitos. Não existe maior fustração para uma pessoa descobrir depois que entrou na faculdade, passou pelo stress do vestibular, das muitas horas de estudo, que escolheu um curso que não corresponde às suas expectativas. Mudar de idéia faz parte do ser humano, mas muitas vezes o adolescente que já entrou na faculdade sente que agora não pode voltar atrás e escolher outro curso, decepcionar seus pais, perder mais tempo na vida.</p>
<p>Com isso, um processo de orientação vocacional feito enquanto o adolescente ainda está na escola pode trazer maior certeza da escolha feita, ampliação da consciência de que a área escolhida atende suas expectativas e maior informação sobre as muitas especialidades existentes no mercado atual. Mesmo que ele ainda não se sinta pronto para se decidir, o processo de orientação vocacional permite que o indivíduo entenda como escolhe e aprenda a escolher, onde buscar informações e qual o melhor caminho para ele, dentro de um processo pensado para atender suas necessidades individuais.</p>
<p>A re-orientação profissional se destina às pessoas que já estão no mercado de trabalho, mas que sentem a necessidade de redirecionar suas carreiras, seja dentro da própria empresa em que trabalha, para encontrar outra área de atuação ou até mesmo outra profissão.</p>
<p>Tanto na orientação vocacional quanto na orientação profissional o processo acontece em um número específico de encontros e são utilizados instrumentos próprios para se atingir o objetivo proposto: escolher conscientemente o melhor caminho profissional para o indivíduo em questão.</p>
<p>Como funciona? Através de um processo de 8 encontros  são desenvolvidas atividades voltadas para o auto-conhecimento, sondagem de interesses e informações sobre carreiras. Pode ser feito individualmente ou em grupos.</p>
<p>Quais os benefícios? Esclarecer fantasias e expectativas sobre a carreira pretendida; auto-conhecimento para se fazer uma escolha autônoma e assim diminuir a chance de se arrepeder no meio do curso.</p>
<p>Re-orientação Profissional:</p>
<p>Hoje em dia, tem ocorrido muitos casos de bons alunos, que entram em boas faculdades, mas que acabam desistindo e tendo que começar o processo de escolha/vestibular novamente. Isso pode ser um indicativo de que a primeira escolha foi feita com base em critérios que muitas vezes não são os mais adequados para aquele estudante. Nesses casos uma re-orientação profissional pode ser muito útil, para que possa ser avaliado o que casou essa &#8220;confusão&#8221;.</p>
<p>A re-orientação também pode ser feita por profissionais que estão buscando uma mudança de carreira, mas que não sabem qual o melhor direcionamento para a sua situação.</p>
<p>Funciona através de 8 encontros em que são desenvolvidas atividades e dinâmicas adequadas para cada caso.</p>
<p>links:   <a href="http://guiadoestudante.abril.com.br/" target="_blank">Guia do Estudante</a></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Porque essa tristeza não passa?</title>
		<link>http://www.psicologasabrinapatto.com/wordpress/porque-essa-tristeza-nao-passa/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 06:40:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicopatologias]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[distimia]]></category>
		<category><![CDATA[TPM]]></category>

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		<description><![CDATA[Visto como uma tristeza muito grande, a depressão pode ocasionar alterações de sono, irritabilidade, pessimismo, dificuldade de concentração, &#8220;falta de vontade&#8221; em se fazer tarefas rotineiras, queda de libido e isolamento. Se você está se sentindo assim, deve procurar ajuda de um profissional, pois a depressão deve ser tratada. Coletei alguns textos no wikipedia para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Visto como uma tristeza muito grande, a depressão pode ocasionar alterações de sono, irritabilidade, pessimismo, dificuldade de concentração, &#8220;falta de vontade&#8221; em se fazer tarefas rotineiras, queda de libido e isolamento. <span id="more-16"></span>Se você está se sentindo assim, deve procurar ajuda de um profissional, pois a depressão deve ser tratada.<br />
Coletei alguns textos no wikipedia para te ajudar:</p>
<h3>Tipos de depressão</h3>
<p>A depressão é muitas vezes classificada como distimia quando os sintomas permanecem por períodos muito longos de tempo (pelo menos seis meses) de forma &#8220;leve&#8221;, enquanto que nas ocorrências graves da depressão os sintomas atingem proporções incontroláveis, impossibilitando as atividades normais do indivíduo e obrigando a internação devido ao alto risco de suicídio.<br />
Do ponto de vista didático, a depressão clínica pode ser dividida em 6 tipos principais.<br />
<strong><br />
Depressão maior</strong><br />
Os pacientes com este tipo de depressão apresentam pelo menos 5 dos sintomas listados a seguir, por um período não inferior a duas semanas:<br />
Desânimo na maioria dos dias e na maior parte do dia (em adolescentes e crianças há um predomínio da irritabilidade)<br />
Falta de prazer nas atividades diárias<br />
Perda do apetite e/ou diminuição do peso<br />
Distúrbios do sono — desde insónia até sono excessivo — durante quase todo o dia<br />
Sensação de agitação ou languidez intensa<br />
Fadiga constante<br />
Sentimento de culpa constante<br />
Dificuldade de concentração<br />
Idéias recorrentes de suicídio ou morte<br />
Além dos critérios acima, devem ser observados outros pontos importantes: os sintomas citados anteriormente não devem estar associados a episódios maníacos (como no transtorno bipolar); devem comprometer actividades importantes (como o trabalho ou os relacionamentos pessoais); não devem ser causados por drogas, álcool ou qualquer outra substância; e devem ser diferenciados de sentimentos comuns de tristeza. Geralmente, os episódios de depressão duram cerca de vinte semanas.<br />
Os sintomas da depressão nas crianças podem ser diferentes das dos adultos, incluindo tristeza persistente, incapacidade de se divertir com suas atividades favoritas, irritabilidade acentuada, queixas frequentes de problemas como dores de cabeça e cólicas abdominais, mau desempenho escolar, desânimo, concentração ruim ou alterações nos padrões de sono e de alimentação.<br />
<strong><br />
Depressão crônica (distimia)</strong><br />
A depressão crônica leve, ou distimia, caracteriza-se por vários sintomas também presentes na depressão maior, mas eles são menos intensos e duram muito mais tempo — pelo menos 2 anos. Os sintomas são descritos como uma &#8220;leve tristeza&#8221; que se estende na maioria das atividades. Em geral, não se observa distúrbios no apetite ou no desejo sexual, mania, agitação ou comportamento sedentário. Os distímicos cometem suicídio na mesma proporção dos deprimidos graves. Talvez devido à duração dos sintomas, os pacientes com depressão crônica não apresentam grandes alterações no humor ou nas atividades diárias, apesar de se sentirem mais desanimados e desesperançosos, e serem mais pessimistas. Os pacientes crônicos podem sofrer episódios de depressão maior (estes casos são conhecidos como depressão dupla).<br />
<strong><br />
Depressão atípica</strong><br />
As pessoas com esta variedade geralmente comem demais, dormem muito, sentem-se muito enfadadas e apresentam um sentimento forte de rejeição.<br />
Depressão pós-parto<br />
Em alguma situações pós-parto surge depressão que é chamada de &#8220;depressão pós-parto&#8221;.<br />
Este tipo de depressão pode dever-se a perturbações e alterações do foro emocional e/ou hormonal, uma vez que o corpo da mulher sofre demasiadas alterações com o nascimento de um bebê. Por vezes surgem desconfortos e sensações de dores de costas que podem agravar o estado emocional e hormonal da recente mãe. Estas queixas por vezes agravam o estado emocional e precisam ser verificadas.<br />
Os partos naturais e as alterações que a bacia sofre para o nascimento do bebê podem criar alterações quer a nível da bacia quer a nível da coluna, que podem agravar o estado emocional da mulher. Estas alterações podem estar na origem de depressões de causas fisicas.<br />
<strong><br />
Distúrbio afetivo sazonal (DAS)</strong><br />
Este distúrbio caracteriza-se por episódios anuais de depressão durante o outono ou o inverno, que podem desaparecer na primavera ou no verão, quando então tendem a apresentar uma fase maníaca. Outros sintomas incluem fadiga, tendência a comer muito doce e dormir demais no inverno, mas uma minoria come menos do que o costume e sofre de insônia.</p>
<p><strong>Tensão pré-menstrual (TPM)</strong><br />
Há depressão acentuada, irritabilidade e tensão antes da menstruação. Afeta entre 3% e 8% das mulheres em idade fértil. O diagnóstico baseia-se na presença de pelo menos 5 dos sintomas descritos no tópico depressão maior na maioria dos ciclos menstruais, havendo uma piora dos sintomas cerca de uma semana antes da chegada do fluxo menstrual, melhorando logo após a passagem da menstruação.</p>
<p><strong>Pesar</strong><br />
O pesar, também conhecido como reação de luto, não é um tipo de depressão, mas ambas possuem muito em comum. Na verdade, pode ser difícil diferenciá-los. O pesar, contudo, é considerado uma resposta emocional saudável e importante quando se lida com perdas. Normalmente é limitado. Nas pessoas sem outros distúrbios emocionais, o sentimento de aflição dura entre três e seis meses. A pessoa passa por uma sucessão de emoções que incluem choque e negação, solidão, desespero, alienação social e raiva. O período de recuperação consome outros 3 a 6 meses. Após esse tempo, se o sentimento de pesar ainda é muito intenso, ele pode afetar a saúde da pessoa ou predispô-la ao desenvolvimento de uma depressão propriamente dita.</p>
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		<title>Ansiedade e Pânico</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 06:35:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicopatologias]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[pânico]]></category>

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		<description><![CDATA[A ansiedade é uma resposta natural do ser humano a situações desconhecidas.  No entanto, alguns indivíduos podem desenvolver uma ansiedade não saudável, quando se preocupam em demasia com o que vai acontecer, vivem tensos, nervosos ou irritados. Dificuldades de sono, alterações na fome (comer demais ou de menos) e necessidade constante de planejar o próximo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ansiedade é uma resposta natural do ser humano a situações desconhecidas. <span id="more-10"></span> No entanto, alguns indivíduos podem desenvolver uma ansiedade não saudável, quando se preocupam em demasia com o que vai acontecer, vivem tensos, nervosos ou irritados. Dificuldades de sono, alterações na fome (comer demais ou de menos) e necessidade constante de planejar o próximo passo podem estar presentes.</p>
<p>Quando a ansiedade se torna excessiva, o indivíduo pode desenvolver episódios de pânico, em que há a sensação de morte iminente, palpitações e um medo muito intenso, que pode fazer com que não se consiga mais desempenhar tarefas do dia-dia, como sair de casa, andar sozinho na rua , dirigir ou trabalhar</p>
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		<title>Eu sou invisível?</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 06:34:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Análise Transacional]]></category>
		<category><![CDATA[reconhecido]]></category>

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		<description><![CDATA[“Mais vale um beijo do que um tapa, mas mais vale um tapa do que a indiferença.” Desde o nascimento o ser humano tem necessidade de ser reconhecido pelas pessoas importantes a sua volta. Um olhar, um carinho, um elogio são fundamentais para nos sentirmos amados e termos um auto-estima elevada. Muitas vezes, quando não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Mais vale um beijo do que um tapa, mas mais vale um tapa do que a indiferença.” Desde o nascimento o ser humano tem necessidade de ser reconhecido pelas pessoas importantes a sua volta. <span id="more-8"></span>Um olhar, um carinho, um elogio são fundamentais para nos sentirmos amados e termos um auto-estima elevada. Muitas vezes, quando não conseguimos atenção positiva do outro tentamos um outro caminho. Arrumar uma discussão, fazer algo que sabemos que outra pessoa não gosta, como deixar a toalha  molhada em cima da cama ou ainda se fazer de vítima para conseguir a compaixão do outro são formas de também  obter reconhecimento, mas de uma maneira negativa. Há uma frase que gosto muito que resume bem essa idéia: “Mais vale um beijo do que um tapa, mas mais vale um tapa do que a indiferença.”   O ser humano nasce com um potencial ilimitado de trocar esse reconhecimento positivo com outras pessoas, mas muitas vezes aprendemos e seguimos algumas leis que  nos impedem de exercer inteiramente esse potencial. Com isso, muitas vezes nos sentimos frustrados, limitados e tornamos nossos relacionamentos superficiais.   Em seu livro, Steiner propõe cinco leis de economia que quando seguidas produzem essa limitação de que estamos falando. São elas: Não dê Reconhecimento positivo que você quer dar – se baseia na idéia de que se elogiarmos as pessoas elas ficarão acomodadas; ou quando uma pessoa faz alguma coisa certa ela não faz mais do sua obrigação; ou ainda “ela sabe que eu a amo, para que ficar repetindo?”   Não aceite Reconhecimento positivo que você quer – está na idéia de que  elogios sempre tem algo por trás, são falsos e quem aceita elogios é fraco ou pouco humilde.   Não peça o Reconhecimento que você quer – muitas pessoas acham que os elogios só tem valor se forem espontâneos, como se a prova de que o outro gosta de mim é adivinhar o que eu preciso.   Não se dê Reconhecimento positivo – não fale bem de si mesmo, isso não é humilde.   Não recuse Reconhecimento que você não quer – aprendemos que o que vem dos outros é verdade, que uma crítica prepara para a vida, que é dita para o nosso bem e aceitamos isso sem pensar. Recusar uma crítica que não faz sentido ou um elogio por algo que você não gosta em si para muitas pessoas não é opção.</p>
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		<title>O que é análise transacional?</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 06:26:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Psicóloga Sabrina Patto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linhas Psicoterápicas]]></category>
		<category><![CDATA[Análise Transacional]]></category>
		<category><![CDATA[Eric Berne]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Análise Transacional é um método psicológico que estuda a forma como as pessoas sentem, pensam, agem e se relacionam. Criada pelo psiquiatra canadense Eric Berne em 1958, a AT é um excelente sistema para entendimento do ser humano e um poderoso instrumento de ação preventiva e transformadora. Através dos instrumentos da AT, a pessoa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Análise Transacional é um método psicológico que estuda a forma como as pessoas sentem, pensam, agem e se relacionam. Criada pelo psiquiatra canadense Eric Berne em 1958, a AT é um excelente sistema para entendimento do ser humano e um poderoso instrumento de ação preventiva e transformadora. Através dos instrumentos da AT, a pessoa passa a conhecer como ela funciona internamente e também como os outros funcionam, podendo entender então seus relacionamentos e perceber o que precisa ser mudado.<span id="more-3"></span></p>
<p>A Análise Transacional é uma teoria positiva, de confiança no potencial do ser humano e se baseia fundamentalmente nos princípios filosóficos de autonomia, consciência, espontaneidade e intimidade. A frase de Eric Berne &#8220;Todos nascemos príncipes ou princesas. Escutamos uma bruxaria, acreditamos nela e nos tornamos sapos&#8221; resume esse conceito. Para a AT todo o indíviduo nasce com o potencial de ser feliz, de ter sucesso e relacionamentos de qualidade. No entanto, dependendo das mensagens que recebemos e decisões que tomamos, podemos limitar este potencial e passar a agir de acordo com as expectivas de nossos pais, ou estabelecendo relacionamentos dependentes e infelizes ou ainda não alcançando o sucesso em nossos objetivos.</p>
<p>Trabalha com os conceitos de Estados de Ego, que são as formas diferentes de funcionamento interno de cada pessoa; Comunicação; Emoções; Jogos Psicológicos, que são as situações repetitivas de conflito que enfrentamos e os papéis que assumimos; Reconhecimento e Script de Vida, que é a história que escrevemos para nós e que seguimos seu roteiro inconscientemente e que muitas vezes limita nosso potencial.</p>
<p>A Análise Transacional traz como benefício sua linguagem simples e acessível, que possibilita qualquer pessoa desenvolver a capacidade de analisar o que acontece consigo e com o outro e ter sua autonomia, independente da figura do terapeuta. Da mesma forma, o curso de Análise Transacional pode ser feito por qualquer pessoa e ensina os instrumentos de uma forma eficaz para que mudanças possam ser feitas de maneira imediata.</p>
<p>Pode ser aplicada em qualquer área de atuação do ser humano, como empresas, escolas, hospitais ou qualquer lugar em que haja contato com outras pessoas, inclusive relacionamentos pessoais e familiares.</p>
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